Da Folha de SP 12/08/2010
Brasileiros têm uma "noção de espaço pessoal menor do que outras culturas", sempre chegam atrasados, vestem-se de maneira provocativa para qualquer ocasião, interrompem as conversas a todo instante e costumam dar beijos e abraços indiscriminadamente.
Essa versão, cheia de estereótipos e generalizações, foi divulgada nesta semana pela agência nacional de turismo do Reino Unido, que preparou um guia de etiqueta para que os ingleses aprendam a recepcionar bem os turistas estrangeiros para a Olimpíada de 2012.
O guia diz ainda que os brasileiros jamais devem ser questionados sobre informações pessoais, como idade, salário e estado civil.
PROTESTOS
A publicação, que inclui dezenas de outros países em sua lista de dicas, causou repúdio e indignação em todo o mundo, com repercussão tantos nos jornais britânicos quanto nas publicações dos países citados.
Sobre os argentinos, o guia diz que são pavio curto e não têm senso de humor.
Malvinas, política, religião ou o Brasil, "seu maior rival", são assuntos proibidos durante conversas com o povo da Argentina, ensina o livro britânico.
Nem o Itamaraty nem a Embaixada do Reino Unido em Brasília comentaram as afirmações do guia.
A agência inglesa "Visit Britain", que mantém representação em São Paulo, informou que o gerente do escritório no Brasil, Robin Johnson, está em Londres atualmente e não poderia falar à Folha ontem.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
recomendado pela etiqueta, mas às vezes isso acaba
sendo inevitável.
Estava eu no salão de beleza quando ao meu lado uma senhora
contava à sua manicure sobre sua filha de 19 anos:
" A Marina? Está ótima, obrigada! Já recomeçaram as aulas
na faculdade dela e ela está muito feliz! Disse que estava com
saudades da escola, cansada das férias..."
Que bom...pensei comigo mesma...não é toda garota que gosta
de estudar...uma preocupação a menos para esta mãe...
E ela continuou:
" Todo dia eu acordo às 6 horas para poder chamá-la para se preparar para sair para a aula que começa às 9h".
Seis horas? Nove horas? Estranhei, mas continuei a ouvir a conversa, já que não podia evitar.
" É um trabalhão! Acordo às 6, começo a acordá-la e ela fica sentada na cama até as 7:30/8h de olhos fechados com aquela preguiça...demora tanto que mesmo assim quase perde a hora todos os dias. Eu levanto, chamo a Marina, faço seu lanche, coloco na sua bolsa e lá está ela ainda sentada na cama...às vezes sai sem tomar café da manhã de tanto que demora para se levantar...hoje mesmo nem fui fazer minha caminhada,pois tenho medo de sair e ela voltar a dormir e perder a aula das 9h".Todo dia é assim...menina difícil de levantar da cama, mas é uma boa filha...então, deixa ela. Está ótimo assim.Não tenho do que reclamar."
Fiquei absolutamente pasma! Uma garota de 19/20 anos que precisa que a mãe a chame todos os dias para se levantar da cama sob pena de perder a aula?! Se a mãe não fizer todo este ritual diário ela perde a aula e ainda fica sem lanchinho para comer no intervalo? E a mãe acha que está "tudo bem"?!
Com que idade esta mãe pretende que a filha assuma suas responsabilidades mais básicas? O que acha que lhe está ensinando com este tipo de super proteção? Que tipo de mulher está sendo criada com estas atitudes maternas?
Atitudes deste tipo,porém, hoje em dia são bastante comuns.Pais que superprotegem seus filhos evitando que cresçam e assumam as responsabilidades que a vida lhes reserva é um fato corriqueiro.
Pais que não deixam seu filho de 16 anos pegar um ônibus para ir ao clube,pois isso pode ser perigoso demais.
Nenhum pai ou mãe gosta de ver seus filhos sofrerem e com esta meta a ser cumprida a qualquer custo acabam por retirar-lhes qualquer possibilidade de viverem uma situação de desconforto, suprimem-lhes as oportunidades de adquirem alguma experiência necessária para que sejam adultos preparados para enfrentarem os desafios da vida,mantendo-os sob sua guarda e proteção indefinidamente.
Infelizmente, o resultado disso tudo não será a geração de filhos maduros e responsáveis, prontos a enfrentarem os problemas que certamente virão no decorrer de suas vidas,mas sim eternas e frágeis crianças que ao menor sinal de contrariedade sucumbirão num mar de depressão só controlada com uma cada vez mais nova e moderna farmacopéia, já que nunca foram expostos às interpéries mais leves do dia a dia. Contrariedades e tristezas fazem parte da vida de qualquer pessoa e não adianta tentar evitá-las. O que temos é que ensinar nossos filhos a lidarem de forma emocionalmente madura com estas situações desagradáveis,para o próprio bem deles. Estar ao lado deles ensinando-os a como superar os desafios é o papel mais importante dos pais. Protegê-los em demasia e guardá-los numa redoma inatingivel pela realidade é uma ilusão que mais cedo ou mais tarde lhes trará sérias consequencias.
Fiquei com muita vontade de me intrometer na conversa e perguntar à esta mãe se ela não achava que já era hora de delagar à filha ao menos a ridícula responsabilidade de ouvir um despertador tocar e se levantar. Mas assim como não se deve ouvir conversas alheias, não devemos nos intrometer nelas sem sermos chamados a isso. Regra básica de etiqueta.
Assim,respirei fundo, lamentei por esta garota ter uma mãe tão involuntariamente cega e pensei: pois é,cada um com seus problemas.Fui secar meu cabelo e cuidar da minha vida!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Copa do Mundo
Não é preciso entender de futebol para se sentir incomodado com as últimas atitudes da França na Copa. O que faz representantes do país mais famoso por sua boa educação e refinamento seculares se portarem de maneira tão deselegante?
Quando digo que é possível fazermos TUDO de maneira mais educada, leve e elegante, refiro-me mesmo a TUDO NESSSA VIDA.
A África do Sul, país de um continente castigado pela pobreza e falta de estrutura educacional grave, se mostra capaz de receber seus hóspedes com carinho, alegria e educação. Um país visitante, famoso por sua tradição em exigências em formalidades, faz dessa visita uma catástrofe comportamental.
Acredito que muitos, pelo mundo afora, se sentiram envergonhados em nome deste país. Ministra e Presidente tiveram que se pronunciar numa situação em que faltou somente um pouco mais de bom senso, educação e respeito. Podiam passar sem essa.Isso é mesmo uma pena...
Ligia Marques
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Aula No Espaço Carolina Faggion
Encontrinho com Ligia Marques
Ontem aconteceu um encontro muito divertido e esclarecedor com a consultora de imagem/etiqueta Ligia Marques. Foi uma conversa divertida em que tiramos dúvidas diversas sobre temas como educação á mesa, convite para eventos, etiqueta na internet…e por ai foi. Quem não pôde vir dessa vez, não se preocupe, no ano que vem ( que logo logo estará por ai) vamos organizar outro, programe-se!
Carol
domingo, 30 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Catho
Etiqueta Empresarial
Postura corporativa
Caio Lauer
Todo ambiente de trabalho deve ser tranquilo e organizado, a fim de que todos colaboradores desenvolvam suas atividades com concentração, foco e tenham bom desempenho profissional e boa execução de suas atividades. Mas na rotina das organizações, não é sempre que esse cenário se desenha. Comportamentos que não competem à rotina do trabalho, como conversas paralelas e ligações telefônicas particulares atrapalham no desenvolvimento das tarefas diárias.
O uso de celular, por exemplo, se tornou um fato tão corriqueiro nos últimos tempos que muitos não percebem que ao utilizá-lo no ambiente de trabalho possam ser inconvenientes. Usar o aparelho durante reuniões e encontros executivos, configurar toques de chamadas que desconcentram e falar alto ao aparelho são algumas das principais gafes cometidas. Ligia Marques, consultora de carreira e de marketing pessoal recomenda: “deixar o celular no toque vibratório é essencial. Só atender se for realmente necessário no horário de trabalho ou se for assunto de trabalho. Se estiver com cliente ou em reunião, não atenda”.
Ter bom senso é essencial. O profissional precisa saber que o ambiente corporativo é voltado exclusivamente para tarefas de trabalho, então é necessário tentar separar ao máximo o trabalho da vida particular. Se o uso do celular for exclusivamente para trabalho, a empresa deve especificar que o telefone deverá ser utilizado apenas com objetivo profissional, ainda mais se a companhia fornecer esse aparelho celular para o colaborador. “A ideia é saber como utilizar o celular. Se for voltado para o trabalho, se o momento exige que o colaborador utilize o aparelho, e tiver pessoas ao seu redor, deve pedir licença e saber se comportar nesse momento”, aponta Adson Pita, Consultor em Gestão de Recursos Humanos e Instrutor do Senac-SE. De acordo com o consultor, em raríssimos casos deve-se utilizar o celular no ambiente de trabalho para fins particulares. “Nessa situação, deve-se pedir, licença, ser o mais discreto possível”, indica.
Segundo o instituto de pesquisas Pyramid Research, a venda de smartphones na América Latina vai pular de 4 milhões em 2009, último ano no levantamento, para 48 milhões em 2014. Isso estimula um novo fenômeno nas corporações, conhecido como “fofoca eletrônica”, já que muitas companhias cedem esse tipo de aparelho para uso executivo. Um bom exemplo é quando uma pessoa está expondo suas idéias em reuniões ou apresentações, e as outras estão mandando mensagens ou e-mails falando mal dela. “O profissional deve ter bom senso e, quando não existem muitas regras prescritas, esses colaboradores têm que ter a sensibilidade de enxergar as normas implícitas, e entender que certos comportamentos não são adequados”, afirma Pita.
Já no caso de profissionais que tenham contato direto com o público ou clientes, é recomendado dar prioridade para o atendimento, e deve-se colocar o celular no modo vibratório ou silencioso.
As conversas particulares entre os colaboradores em um mesmo ambiente são um problema para a boa produtividade e colaboram com a falta de concentração nas tarefas. Para um clima organizacional equilibrado, se faz necessário que os próprios companheiros de trabalho também avisem sobre a inconveniência. “Seus pares ou líderes podem trabalhar isso e auxiliá-lo de forma tranqüila, mostrando a ele como esse tipo de comportamento pode afetar na empresa e mostrar que as pessoas ao seu redor se incomodam. Isso pode acarretar prejuízos para esse profissional, pois as pessoas podem passar a isolá-lo”, observa Adson Pita.
Ouvir alguém falar em voz alta, mesmo que para fins profissionais, é uma das atitudes que, com certeza, mais dispersam o pensamento. Geralmente, a pessoa traz esse hábito de casa, da convivência familiar, e Adson Pita avalia: “A pessoa pode ter o hábito me falar muito alto ou ter problema de audição. Então é interessante ficar atento a esses detalhes até para ajudá-lo. Às vezes é uma pessoa que fala alto naturalmente, é sua forma de agir. Isso não é algo ruim se for trabalhado”.
Outro tipo de inconveniência é a alimentação no ambiente de trabalho. Muitas empresas reprovam essa prática porque muitos dos colaboradores não sabem os limites do que comer à mesa do escritório. “Alimentos que deixam cheiro forte, como certas frutas e gordurosos que sujem a mesa devem ser evitados. Procure alimentos como sanduiches frios, barras de cereais, bebidas em caixinhas”, sugere a consultora Ligia Marques.
A posição da empresa
Faz parte dos deveres da organização informar de forma clara e explícita ao funcionário que entra na companhia, aquilo que a empresa permite ou não em seu ambiente. Os líderes e gestores também têm que ter capacidade de orientação, e seu papel é de esclarecer aquilo que não ficou bem explicado nas normas e manuais.
“Ninguém pode ou deve cobrar atitudes se não forem explicadas antes. Para isso os treinamentos em etiqueta empresarial passaram a ser essenciais e muito valorizados nas grandes empresas”, explica Ligia Marques. Segundo a consultora, após este treinamento, as atitudes poderão e deverão ser cobradas com mais rigor, mesmo que se precise chegar ao ponto de punições em determinados casos. O líder ou a empresa deve mostrar para o subordinado que, com atitudes inconvenientes, o próprio grupo ou equipe vai acabar se afastando dele.
Postura corporativa
Caio Lauer
Todo ambiente de trabalho deve ser tranquilo e organizado, a fim de que todos colaboradores desenvolvam suas atividades com concentração, foco e tenham bom desempenho profissional e boa execução de suas atividades. Mas na rotina das organizações, não é sempre que esse cenário se desenha. Comportamentos que não competem à rotina do trabalho, como conversas paralelas e ligações telefônicas particulares atrapalham no desenvolvimento das tarefas diárias.
O uso de celular, por exemplo, se tornou um fato tão corriqueiro nos últimos tempos que muitos não percebem que ao utilizá-lo no ambiente de trabalho possam ser inconvenientes. Usar o aparelho durante reuniões e encontros executivos, configurar toques de chamadas que desconcentram e falar alto ao aparelho são algumas das principais gafes cometidas. Ligia Marques, consultora de carreira e de marketing pessoal recomenda: “deixar o celular no toque vibratório é essencial. Só atender se for realmente necessário no horário de trabalho ou se for assunto de trabalho. Se estiver com cliente ou em reunião, não atenda”.
Ter bom senso é essencial. O profissional precisa saber que o ambiente corporativo é voltado exclusivamente para tarefas de trabalho, então é necessário tentar separar ao máximo o trabalho da vida particular. Se o uso do celular for exclusivamente para trabalho, a empresa deve especificar que o telefone deverá ser utilizado apenas com objetivo profissional, ainda mais se a companhia fornecer esse aparelho celular para o colaborador. “A ideia é saber como utilizar o celular. Se for voltado para o trabalho, se o momento exige que o colaborador utilize o aparelho, e tiver pessoas ao seu redor, deve pedir licença e saber se comportar nesse momento”, aponta Adson Pita, Consultor em Gestão de Recursos Humanos e Instrutor do Senac-SE. De acordo com o consultor, em raríssimos casos deve-se utilizar o celular no ambiente de trabalho para fins particulares. “Nessa situação, deve-se pedir, licença, ser o mais discreto possível”, indica.
Segundo o instituto de pesquisas Pyramid Research, a venda de smartphones na América Latina vai pular de 4 milhões em 2009, último ano no levantamento, para 48 milhões em 2014. Isso estimula um novo fenômeno nas corporações, conhecido como “fofoca eletrônica”, já que muitas companhias cedem esse tipo de aparelho para uso executivo. Um bom exemplo é quando uma pessoa está expondo suas idéias em reuniões ou apresentações, e as outras estão mandando mensagens ou e-mails falando mal dela. “O profissional deve ter bom senso e, quando não existem muitas regras prescritas, esses colaboradores têm que ter a sensibilidade de enxergar as normas implícitas, e entender que certos comportamentos não são adequados”, afirma Pita.
Já no caso de profissionais que tenham contato direto com o público ou clientes, é recomendado dar prioridade para o atendimento, e deve-se colocar o celular no modo vibratório ou silencioso.
As conversas particulares entre os colaboradores em um mesmo ambiente são um problema para a boa produtividade e colaboram com a falta de concentração nas tarefas. Para um clima organizacional equilibrado, se faz necessário que os próprios companheiros de trabalho também avisem sobre a inconveniência. “Seus pares ou líderes podem trabalhar isso e auxiliá-lo de forma tranqüila, mostrando a ele como esse tipo de comportamento pode afetar na empresa e mostrar que as pessoas ao seu redor se incomodam. Isso pode acarretar prejuízos para esse profissional, pois as pessoas podem passar a isolá-lo”, observa Adson Pita.
Ouvir alguém falar em voz alta, mesmo que para fins profissionais, é uma das atitudes que, com certeza, mais dispersam o pensamento. Geralmente, a pessoa traz esse hábito de casa, da convivência familiar, e Adson Pita avalia: “A pessoa pode ter o hábito me falar muito alto ou ter problema de audição. Então é interessante ficar atento a esses detalhes até para ajudá-lo. Às vezes é uma pessoa que fala alto naturalmente, é sua forma de agir. Isso não é algo ruim se for trabalhado”.
Outro tipo de inconveniência é a alimentação no ambiente de trabalho. Muitas empresas reprovam essa prática porque muitos dos colaboradores não sabem os limites do que comer à mesa do escritório. “Alimentos que deixam cheiro forte, como certas frutas e gordurosos que sujem a mesa devem ser evitados. Procure alimentos como sanduiches frios, barras de cereais, bebidas em caixinhas”, sugere a consultora Ligia Marques.
A posição da empresa
Faz parte dos deveres da organização informar de forma clara e explícita ao funcionário que entra na companhia, aquilo que a empresa permite ou não em seu ambiente. Os líderes e gestores também têm que ter capacidade de orientação, e seu papel é de esclarecer aquilo que não ficou bem explicado nas normas e manuais.
“Ninguém pode ou deve cobrar atitudes se não forem explicadas antes. Para isso os treinamentos em etiqueta empresarial passaram a ser essenciais e muito valorizados nas grandes empresas”, explica Ligia Marques. Segundo a consultora, após este treinamento, as atitudes poderão e deverão ser cobradas com mais rigor, mesmo que se precise chegar ao ponto de punições em determinados casos. O líder ou a empresa deve mostrar para o subordinado que, com atitudes inconvenientes, o próprio grupo ou equipe vai acabar se afastando dele.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Coisas do bem
A Sra. Lígia Marques
Consultora de Etiqueta e Marketing Pessoal
São Paulo - SP
Agradecemos a sua valorosa colaboração junto a OXIGÊNIO DESENVOLVIMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIAIS
Durante a implantação e desenvolvimento dos projetos, nos deparamos com realidades opostas e conflitantes, mas que nos despertaram a reflexão do quanto cada um de nos pode contribuir para transformar o que esta sob o avesso da vida. O nosso grande desafio é que a emoção continue sendo o principal combustível.
Essa é a essência de qualquer atividade social ou corporativa, e faz com que projetos aconteçam, apesar de todas as adversidades.
Ajudar a realizar projetos como os apresentamos é mais do que simplesmente cumprir com o dever social que atualmente impõe-se como meta a todas as organizações. Compartilhar de um compromisso em um momento em que queremos consolidar nossa vocação de fazer algo concreto para melhorar o presente e o futuro dos jovens e adultos deste país. Causa, alias que escolhemos defender por meio da aliança estratégica com nossos parceiros ao desenvolver programas junto às comunidades.
Temos ciência que a missão a que nos impomos não é pequena, mas grande e pretensiosa, porque pensar em agir na reabilitação social é atitude de coragem e determinação que depende de integração e ajuda dos mais diferentes agentes que podem se somar ao processo.
A participação de cada um foi e é fundamental para cada projeto concretizado, cada sonho realizado.
Nosso muito obrigado!
Martha Del Bello
Presidente
Consultora de Etiqueta e Marketing Pessoal
São Paulo - SP
Agradecemos a sua valorosa colaboração junto a OXIGÊNIO DESENVOLVIMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIAIS
Durante a implantação e desenvolvimento dos projetos, nos deparamos com realidades opostas e conflitantes, mas que nos despertaram a reflexão do quanto cada um de nos pode contribuir para transformar o que esta sob o avesso da vida. O nosso grande desafio é que a emoção continue sendo o principal combustível.
Essa é a essência de qualquer atividade social ou corporativa, e faz com que projetos aconteçam, apesar de todas as adversidades.
Ajudar a realizar projetos como os apresentamos é mais do que simplesmente cumprir com o dever social que atualmente impõe-se como meta a todas as organizações. Compartilhar de um compromisso em um momento em que queremos consolidar nossa vocação de fazer algo concreto para melhorar o presente e o futuro dos jovens e adultos deste país. Causa, alias que escolhemos defender por meio da aliança estratégica com nossos parceiros ao desenvolver programas junto às comunidades.
Temos ciência que a missão a que nos impomos não é pequena, mas grande e pretensiosa, porque pensar em agir na reabilitação social é atitude de coragem e determinação que depende de integração e ajuda dos mais diferentes agentes que podem se somar ao processo.
A participação de cada um foi e é fundamental para cada projeto concretizado, cada sonho realizado.
Nosso muito obrigado!
Martha Del Bello
Presidente
sexta-feira, 12 de março de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Visitas que não vão mais embora...
Convidado que demora a ir embora pode ser dispensado com educação
Quem nunca teve um convidado que levou tempo demais para ir embora e ficou sem graça para falar que ele precisava ir embora?
A situação, delicada, deixa muita gente sem saber o que falar para que a visita perceba que está começando a incomodar sem ser mal educado. A vendedora Marília Machado, embora goste de uma boa conversa, prefere demonstrar cansaço para seu interlocutor. "Se a pessoa é muito inoportuna finjo estar bem cansada par ela se tocar". Outra que fica sem jeito para dispensar a visita é a professora Edilaine Trevisan. "Não digo nada, mas começo a olhar pros lados desviando a atenção. A minha filha, em compensação, me cutuca lembrando de coisas que precisamos fazer", afirma ela.
Todo esse teatro pode ser evitado com deixas simples, segundo as consultoras de etiqueta. "Se a visita for durante a semana, podemos dizer que o papo está maravilhoso, mas infelizmente temos de levantar muito cedo no dia seguinte, pois é dia de trabalho", indica Susi. Outra dica dela é fazer um convite para outro jantar, só que "mais cedo para não se prolongar demais."
Lígia também tem táticas para dispensar as visitas com educação, dando deixas como "Bom, já está ficando tarde. Antes de saírem não gostariam de tomar outra coisa ou "Que pena que o encontro está acabando. Vamos combinar o próximo?". Ela explica que os convidados também podem evitar esse constrangimento para o anfitrião planejando a saída para, no máximo, meia hora depois que os primeiros convidados forem embora da reunião.
Saiba como lidar com quem aparece sem avisar
Ambas as consultoras entrevistadas pelo GH afirmam que ninguém é obrigado a abrir as portas para aquele amigo que insiste em aparecer sem avisar.
A dica é pedir para o porteiro avisar que não está em casa ou, dependendo da hora, afirmar que você adoraria conversar, porém já tem um compromisso agendado.
Escolhendo receber - A visita pode até ser recebida, caso o anfitrião faça questão. No entanto, sem a atenção exigida normalmente para uma situação em que o convite aconteceu de fato. "Se você não tem compromisso mesmo e está em casa sem roupa adequada, receba assim mesmo sem se desculpar pela apresentação nem pela bagunça que as crianças fizeram. Depois disso, ofereça algo pra beber", recomenda Susi. Ela garante que a própria visita vai reparar que não chegou em boa hora e que não deve demorar.
Matéria Guarulhos Web
Consultoras dão dicas para ser um bom anfitrião
Vanessa Coelho 25/01/2010
Segundo as profissionais, o bom anfitrião é aquele que sabe deixar seus convidados confortáveis e transparece alegria ao abrir as portas de casa para eles, deixando o ambiente informal e elegante. Para a consultora Lígia Marques, autora do guia de etiqueta "Sem noção", o pior é "não oferecer nada ao convidado, oferecer pouca comida ou bebida e não ter lugar para todos os convidados ficarem confortáveis". Ela esclarece que o convidado também tem suas obrigações, como evitar aparecer sem avisar, levar junto pessoas que não foram convidadas, chegar atrasado, não levar uma lembrancinha para o anfitrião e demorar para ir embora. A especialista Susi Obal considera ruim falar de assuntos polêmicos, como política, racismo, religião ou doenças. "Existem visitas que desfilam um rosário interminável de problemas. Aí cabe aos anfitriões mudar o rumo da conversa, para alguma viagem, um bom filme ou teatro", orienta.
A primeira visita - Ao receber um amigo pela primeira vez, Lígia declara não ser necessário levar o convidado para todos os ambientes da casa para conhecer as dependências. Os quartos, por exemplo, só devem ser mostrados se o convidado quiser conferir uma decoração nova que foi comentada. Caso contrário, "basta levá-lo para conhecer a sala, jardim, varanda e o banheiro que ele vai usar". Susi é da mesma opinião e acrescenta que dois motivos justificam a reserva: não demonstrar exibicionismo - deixando o amigo constrangido - ou evitar que ele veja a casa desarrumada quando não temos tempo suficiente para limpar tudo.
Crianças - As especialistas ainda explicam que é possível evitar que as crianças pequenas atrapalhem a conversa avisando previamente sobre a visita para pedir bom comportamento e, se possível, deixá-las entretidas assistindo TV ou jogando um game há muito prometido. Se houver necessidade de repreender a criança, ela deve ser levada para um ambiente diferente do convidado para levar a bronca.
Boas atitudes - Oferecer algo para comer ou beber é um dos primeiros passos para deixar as pessoas à vontade. Em reuniões informais, Susi recomenda deixar um pequeno buffet montado para que as pessoas se sirvam.
A alimentação, por sinal, é lembrada por Lígia como um momento propício a gafe. Levar comida para a reunião é algo que só deve ser pedido para amigos íntimos e eles só devem aparecer com comida quando isso for solicitado.
Ela também considera gafe não levar o que se comprometeu a levar, ou fazê-lo em quantidade que não dê para o número de convidados. No caso de jantares ou almoços, é desaconselhável oferecer pratos para repetir.
Vanessa Coelho 25/01/2010
O Guarulhos Hoje entrevistou duas consultoras para revelar as principais gafes que ocorrem quando as pessoas decidem visitar umas as outras em casa
Abrir as portas da casa para socializar com familiares, amigos e colegas de trabalho, além de prazeroso, pode exigir preparo quando desejamos causar uma boa impressão e agradar a visita. Alguns comportamentos, no entanto, podem comprometer o encontro e causar verdadeiras saias justas em anfitriões e convidados. O Guarulhos Hoje consultou duas consultoras de etiquetas para explicar quais são as maiores gafes cometidas em situações corriqueiras dentro de casa, tanto pelos donos quanto pelos convidados. Segundo as profissionais, o bom anfitrião é aquele que sabe deixar seus convidados confortáveis e transparece alegria ao abrir as portas de casa para eles, deixando o ambiente informal e elegante. Para a consultora Lígia Marques, autora do guia de etiqueta "Sem noção", o pior é "não oferecer nada ao convidado, oferecer pouca comida ou bebida e não ter lugar para todos os convidados ficarem confortáveis". Ela esclarece que o convidado também tem suas obrigações, como evitar aparecer sem avisar, levar junto pessoas que não foram convidadas, chegar atrasado, não levar uma lembrancinha para o anfitrião e demorar para ir embora. A especialista Susi Obal considera ruim falar de assuntos polêmicos, como política, racismo, religião ou doenças. "Existem visitas que desfilam um rosário interminável de problemas. Aí cabe aos anfitriões mudar o rumo da conversa, para alguma viagem, um bom filme ou teatro", orienta.
A primeira visita - Ao receber um amigo pela primeira vez, Lígia declara não ser necessário levar o convidado para todos os ambientes da casa para conhecer as dependências. Os quartos, por exemplo, só devem ser mostrados se o convidado quiser conferir uma decoração nova que foi comentada. Caso contrário, "basta levá-lo para conhecer a sala, jardim, varanda e o banheiro que ele vai usar". Susi é da mesma opinião e acrescenta que dois motivos justificam a reserva: não demonstrar exibicionismo - deixando o amigo constrangido - ou evitar que ele veja a casa desarrumada quando não temos tempo suficiente para limpar tudo.
Crianças - As especialistas ainda explicam que é possível evitar que as crianças pequenas atrapalhem a conversa avisando previamente sobre a visita para pedir bom comportamento e, se possível, deixá-las entretidas assistindo TV ou jogando um game há muito prometido. Se houver necessidade de repreender a criança, ela deve ser levada para um ambiente diferente do convidado para levar a bronca.
Boas atitudes - Oferecer algo para comer ou beber é um dos primeiros passos para deixar as pessoas à vontade. Em reuniões informais, Susi recomenda deixar um pequeno buffet montado para que as pessoas se sirvam.
A alimentação, por sinal, é lembrada por Lígia como um momento propício a gafe. Levar comida para a reunião é algo que só deve ser pedido para amigos íntimos e eles só devem aparecer com comida quando isso for solicitado.
Ela também considera gafe não levar o que se comprometeu a levar, ou fazê-lo em quantidade que não dê para o número de convidados. No caso de jantares ou almoços, é desaconselhável oferecer pratos para repetir.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Amigo Secreto na Empresa
Final de ano chegando e com ele o famoso amigo secreto na empresa. É um tempo de horror para alguns e de entusiasmo para outros.
Reuniões e muito tempo gastos para se definir o que vale e o que não vale dar aos colegas, valores máximos e mínimos, quem quer participar ou não...enfim, alguns problemas aparecem anualmente nesta época.
Muitas vezes o que era para ser uma brincadeira acaba tumultuando o ambiente de trabalho e se tornado um problema de difícil solução. Deixar livre o valor é uma atitude de grande risco.
Por outro lado, estabelecermos valores faz com que as pessoas tenham mais trabalho em sair à busca de algo que agrade o colega e ainda caiba neste orçamento.
Algumas pessoas resolvem este problema com a indicação não só do presente desejado como também da loja em que o mimo pode ser encontrado. Péssimo.Uma banalização inaceitável para o que está em jogo - o ato de presentear alguém de quem se gosta ou tem proximidade.
Presentear alguém envolve mais do que a mera compra de um objeto. Estão incluídos na ação a declaração explícita do quanto se gosta da pessoa e o empenho que se teve para agradá-la.
Isso porque os presentes simbolizam pensamentos transformados em objetos ,mostra que a pessoa parou um momento de sua vida para pensar na outra. Soube se colocar no lugar dela e escolher algo que realmente a agradou.
A opção por não participar não é vista como uma atitude positiva. A pessoa pode passar por desinteressada, sem vínculos com os colegas de trabalho e sem afinidade com o pensamento do grupo. Assim, mesmo não sendo um entusiasta da brincadeira, é bom não criticar os que adoram a festa e deixar claro que a participação é para manter vivo o espírito de união do grupo.Faça o possóvel para participar com ânimo. Isso é,no mínimo, bom para sua carreira e exercita sua capacidade de relacionamento pessoal.
Algumas dicas:
•Lembre-se das preferências, gostos e peculiaridades da pessoa. Pergunte aos mais próximos se não conhecer a pessoa a ser presenteada. Os bilhetinhos que antecedem a troca do presente são uma boa alternativa para se descobrir o que dar.
•Respeite as regras impostas pelo grupo em relação ao valor decidido.
•Faça uma ambalagem bem bonita.
•Não repasse presente que ganhou e não gostou. Dá para perceber quando o presente é de segunda mão.
•Ao receber o presente, mesmo não gostando, agradeça, e tente não demonstrar muita falta de entusiasmo.
•Dê presente que possa ser trocado, ou seja, nada de comprar em bazar ou lugares de pechincha.
E por último: nada de presentes muito pessoais como lingerie, perfumes, etc. e cuidado ao descrever seu amigo secreto na hora da entrega. Sempre procure lembrar de suas qualidades e não defeitos!
Agora, uma dica que vai agradar a todos: homens e mulheres de qualquer idade e pelo valor que está dentro da maioria do valor estipulado nas empresas? O livro SEM-NOÇÃO! Compre pelo site: http://www.osemnocao.com.br/
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Sequencia de erros

Garota despraparada, inexperiente não sabe
como se vestir para ir à faculdade + alunos
despraparados para viverem um ambiente
universitário onde o debate de idéias deve
prevalecer acima de qualquer posição
unilateral + Conselho Universitário
precipitado e exagerado = vexame público com prejuízo, mais uma vez, para a imagem de todos os brasileiros.
Por este e outros fatos é que insisto: as escolas deveriam, desde cedo, exigir um pouco mais de rigor nas roupas que permitem aos alunos usarem em sala de aula. Por simples questão de oferecer-lhes uma vivência em relação a este tema, que lhes será extremamente útil no futuro.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Imagem Masculina
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Taxistas também devem saber disso

Olhem só esta matéria da revista Veja de
4 de novembro 2009
Mais um ponto para aqueles que concordam
comigo: a imagem que passamos aos outros
se faz principalmente pela roupa que usamos.
É um código que tem que ser respeitado
se quisermos reconhecimento profissional.
Estarmos dessarrumados ou vestidos de qualquer
maneira para trabalhar não fará com que passemos
uma imagem de credibilidade, confiança e competência.
Mais sobre a roupa correta

Por mais que alguns insistam que se vestir de
acordo com o ambiente, principalmente no trabalho
é bobagem, o que vemos cada vez mais são exigências
sobre um mínimo de postura profissional em relação a isso.
E quando esta postura não existe, alguém passa a exigí-la de forma até pouco democrática, segundo outros.
E como tudo tem seu começo, ainda defendo a idéia de que as escolas deveriam voltar a ser mais rigorosas em relação ao uso de uniformes ou de roupas adequadas ao ambiente de aula. Se os alunos se acostumassem e passassem a ter esta vivência, naturalmente cresceriam e saberiam o que vestir sem que vez ou outra passassem por situações lamentáveis como a que passou a aluna da Uniban por estar com um micro vestido na sala de aula.
É de pequeno que se torce o pepino...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Uso das novas tecnologias em Barcelona

Reglas no escritas gobiernan los modales
para usar el móvil
Puede que no lo parezca cuando los pasajeros
Puede que no lo parezca cuando los pasajeros
del transporte público gritan mientras hablan
por teléfono, para horror de sus compañeros
de vagón, pero la mayoría de los estadounidenses
cree que hay reglas no escritas de etiqueta
para los móviles.
Comprobar correos, enviar mensajes de texto y hacer llamadas telefónicas cuando estás con otras personas son sin duda una falta de "modales móviles".
También escribir mensajes durante una cita está estrictamente prohibido.
Sin embargo, la mayoría de los encuestados en un sondeo online dijo que no se ofendería si recibieran un "gracias" electrónico, en lugar de una nota escrita, y el 75 por ciento dijo no tener objeciones al uso de ordenadores portátiles o teléfonos móviles en el baño.
"La etiqueta es primero y ante todo una cuestión de conciencia", comentó la escritora y experta en protocolo Anna Post, que sin embargo describió los resultados de la encuesta de Harris Interactive para Intel como "estadísticas bastante sorprendentes".
El 62 por ciento de los 2.625 adultos que participaron en el sondeo se mostraron de acuerdo en que móviles, portátiles y otros dispositivos electrónicos forma parte de la vida cotidiana.
El 55 por ciento pensaba también que las exigencias de los negocios hacen que la gente tenga que estar conectada, incluso si eso significa llevarse el portátil de vacaciones o contestar al teléfono durante una comida.
Pero a pesar de esa necesidad de estar siempre conectados y a la aceptación general hacia la tecnología, la gente se mostró más sensible sobre los usos de estos dispositivos en vacaciones y durante actividades religiosas.
Casi el 90 por ciento de los estadounidenses considera que usar el móvil durante una ceremonia religiosa es inaceptable, y el 30 por ciento admitió que se sentiría ofendido si recibiera un mensaje electrónico indicando un regalo deseado.
Pero más de la mitad expresó su intención de enviar tarjetas electrónicas de felicitación, en lugar de las tradicionales.
"Hay asuntos de sentido común", comentó la doctora Genevieve Bell, etnógrafa y directora del Grupo de Experiencia de Usuario de Intel, añadiendo que las reglas sociales de cuando y cómo es apropiado usar la tecnología aún se están formando.
Además, la etiqueta móvil es distinta en diferentes partes del mundo.
Por su parte, Post está convencida de que la etiqueta tecnológica se hará más importante con el tiempo, en especial en reuniones tradicionales, y que será más difícil determinar lo que es apropiado y lo que no.
Sin embargo, ella puso la línea en las tarjetas de agradecimiento.
"Me atengo a la nota de agradecimiento escrita", afirmó.
Comprobar correos, enviar mensajes de texto y hacer llamadas telefónicas cuando estás con otras personas son sin duda una falta de "modales móviles".
También escribir mensajes durante una cita está estrictamente prohibido.
Sin embargo, la mayoría de los encuestados en un sondeo online dijo que no se ofendería si recibieran un "gracias" electrónico, en lugar de una nota escrita, y el 75 por ciento dijo no tener objeciones al uso de ordenadores portátiles o teléfonos móviles en el baño.
"La etiqueta es primero y ante todo una cuestión de conciencia", comentó la escritora y experta en protocolo Anna Post, que sin embargo describió los resultados de la encuesta de Harris Interactive para Intel como "estadísticas bastante sorprendentes".
El 62 por ciento de los 2.625 adultos que participaron en el sondeo se mostraron de acuerdo en que móviles, portátiles y otros dispositivos electrónicos forma parte de la vida cotidiana.
El 55 por ciento pensaba también que las exigencias de los negocios hacen que la gente tenga que estar conectada, incluso si eso significa llevarse el portátil de vacaciones o contestar al teléfono durante una comida.
Pero a pesar de esa necesidad de estar siempre conectados y a la aceptación general hacia la tecnología, la gente se mostró más sensible sobre los usos de estos dispositivos en vacaciones y durante actividades religiosas.
Casi el 90 por ciento de los estadounidenses considera que usar el móvil durante una ceremonia religiosa es inaceptable, y el 30 por ciento admitió que se sentiría ofendido si recibiera un mensaje electrónico indicando un regalo deseado.
Pero más de la mitad expresó su intención de enviar tarjetas electrónicas de felicitación, en lugar de las tradicionales.
"Hay asuntos de sentido común", comentó la doctora Genevieve Bell, etnógrafa y directora del Grupo de Experiencia de Usuario de Intel, añadiendo que las reglas sociales de cuando y cómo es apropiado usar la tecnología aún se están formando.
Además, la etiqueta móvil es distinta en diferentes partes del mundo.
Por su parte, Post está convencida de que la etiqueta tecnológica se hará más importante con el tiempo, en especial en reuniones tradicionales, y que será más difícil determinar lo que es apropiado y lo que no.
Sin embargo, ella puso la línea en las tarjetas de agradecimiento.
"Me atengo a la nota de agradecimiento escrita", afirmó.
Como vêem, o assunto é problema mundial...esta matéria veio diretamente de Barcelona.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Crocs e Uniformes escolares

Matéria Folha de São Paulo
19/10/09
Bem oportuno questionarmos as escolas sobre
o tipo de roupa que seus alunos usam para
assisirem às aulas.
Não é questão de ser tradicionalista e achar que o uso
de um uniforme bem definido era uma ótima prática.
É questão de fazer com que as crianças tenham alguma vivência em termos de trajes adequados a cada tipo de ambiente.
O que mais acontece hoje nas grandes empresas é a queixa de que seus funcionários não sabem como se vestir para trabalhar, usam roupas totalmente informais
e inadequadas à imagem de um profissional que deve passar credibilidade própria e da empresa para a qual presta serviços.
Mulheres trabalham de decotes, mini-saias, transparências, sandálias rasteiras, homens de regata, tênis, camisetas velhas, de times de futebol, jeans e por aí afora.
De quem é a culpa?
Se as escolas exigissem um mínimo de rigor, proibindo mini blusas, chinelos, cuecas de fora, etc. esses alunos achariam muito menos problemas quando chegassem ao mercado de trabalho.
Afinal, uma crianças ou adolescente que passa mais da metade de seu tempo na escola vai aprender e praticar este tipo de conhecimento quando e onde , se não for através da própria escola?
Ligia Marques
domingo, 11 de outubro de 2009

Boa aparência resulta em salários mais altos,
diz estudo
Pessoas consideradas mais atraentes
recebem até 10% a mais na folha de pagamento
Por Minha Vida Publicado em 6/10/2009 - UOL
Um novo estudo realizado pela Universidade de Yale (EUA) sugere que a aparência pode contar pontos não apenas na hora de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário. De acordo com cientistas americanos, as pessoas mais simpáticas aos olhos dos outros recebem mais, quando comparadas com as menos atraentes.
A pesquisa aconteceu com mais de quatro mil jovens de ambos os sexos e se baseou na aparência e no salário que cada um deles recebia. Cerca de 7% dos voluntários foram considerados muito mais atraentes do que a média, na opinião dos analistas, enquanto 8% dos participantes estavam abaixo da média. Foi então que a comparação dos salários mostrou que aqueles menos atraentes recebiam um salário menor do que os jovens que estavam na média ou acima dela. A diferença média de salário chegou a 10%.
Depois de descobrir a diferença nos salários, os cientistas americanos resolveram medir o QI dos participantes e descobriram que a pequena variação não justificava a diferença salarial, já que os menos atraentes e os mais atraentes apontavam uma variação semelhante.
Mesmo diante dos números, os pesquisadores ainda não conseguem explicar o porquê dessa desigualdade, mas afirmam que os resultados comprovam que a imagem que passamos durante uma simples conversa faz diferença quando o assunto está ligado à carreira.
Por Minha Vida Publicado em 6/10/2009 - UOL
Um novo estudo realizado pela Universidade de Yale (EUA) sugere que a aparência pode contar pontos não apenas na hora de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário. De acordo com cientistas americanos, as pessoas mais simpáticas aos olhos dos outros recebem mais, quando comparadas com as menos atraentes.
A pesquisa aconteceu com mais de quatro mil jovens de ambos os sexos e se baseou na aparência e no salário que cada um deles recebia. Cerca de 7% dos voluntários foram considerados muito mais atraentes do que a média, na opinião dos analistas, enquanto 8% dos participantes estavam abaixo da média. Foi então que a comparação dos salários mostrou que aqueles menos atraentes recebiam um salário menor do que os jovens que estavam na média ou acima dela. A diferença média de salário chegou a 10%.
Depois de descobrir a diferença nos salários, os cientistas americanos resolveram medir o QI dos participantes e descobriram que a pequena variação não justificava a diferença salarial, já que os menos atraentes e os mais atraentes apontavam uma variação semelhante.
Mesmo diante dos números, os pesquisadores ainda não conseguem explicar o porquê dessa desigualdade, mas afirmam que os resultados comprovam que a imagem que passamos durante uma simples conversa faz diferença quando o assunto está ligado à carreira.
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