Boas Vindas

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Ligia




segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Visitas que não vão mais embora...

Convidado que demora a ir embora pode ser dispensado com educação


Vanessa Coelho 


Quem nunca teve um convidado que levou tempo demais para ir embora e ficou sem graça para falar que ele precisava ir embora?
A situação, delicada, deixa muita gente sem saber o que falar para que a visita perceba que está começando a incomodar sem ser mal educado. A vendedora Marília Machado, embora goste de uma boa conversa, prefere demonstrar cansaço para seu interlocutor. "Se a pessoa é muito inoportuna finjo estar bem cansada par ela se tocar". Outra que fica sem jeito para dispensar a visita é a professora Edilaine Trevisan. "Não digo nada, mas começo a olhar pros lados desviando a atenção. A minha filha, em compensação, me cutuca lembrando de coisas que precisamos fazer", afirma ela.
Todo esse teatro pode ser evitado com deixas simples, segundo as consultoras de etiqueta. "Se a visita for durante a semana, podemos dizer que o papo está maravilhoso, mas infelizmente temos de levantar muito cedo no dia seguinte, pois é dia de trabalho", indica Susi. Outra dica dela é fazer um convite para outro jantar, só que "mais cedo para não se prolongar demais."
Lígia também tem táticas para dispensar as visitas com educação, dando deixas como "Bom, já está ficando tarde. Antes de saírem não gostariam de tomar outra coisa ou "Que pena que o encontro está acabando. Vamos combinar o próximo?". Ela explica que os convidados também podem evitar esse constrangimento para o anfitrião planejando a saída para, no máximo, meia hora depois que os primeiros convidados forem embora da reunião.
Saiba como lidar com quem aparece sem avisar
Ambas as consultoras entrevistadas pelo GH afirmam que ninguém é obrigado a abrir as portas para aquele amigo que insiste em aparecer sem avisar.
A dica é pedir para o porteiro avisar que não está em casa ou, dependendo da hora, afirmar que você adoraria conversar, porém já tem um compromisso agendado.
Escolhendo receber - A visita pode até ser recebida, caso o anfitrião faça questão. No entanto, sem a atenção exigida normalmente para uma situação em que o convite aconteceu de fato. "Se você não tem compromisso mesmo e está em casa sem roupa adequada, receba assim mesmo sem se desculpar pela apresentação nem pela bagunça que as crianças fizeram. Depois disso, ofereça algo pra beber", recomenda Susi. Ela garante que a própria visita vai reparar que não chegou em boa hora e que não deve demorar.

Matéria Guarulhos Web

Consultoras dão dicas para ser um bom anfitrião



Vanessa Coelho 25/01/2010


O Guarulhos Hoje entrevistou duas consultoras para revelar as principais gafes que ocorrem quando as pessoas decidem visitar umas as outras em casa
Abrir as portas da casa para socializar com familiares, amigos e colegas de trabalho, além de prazeroso, pode exigir preparo quando desejamos causar uma boa impressão e agradar a visita. Alguns comportamentos, no entanto, podem comprometer o encontro e causar verdadeiras saias justas em anfitriões e convidados. O Guarulhos Hoje consultou duas consultoras de etiquetas para explicar quais são as maiores gafes cometidas em situações corriqueiras dentro de casa, tanto pelos donos quanto pelos convidados.
Segundo as profissionais, o bom anfitrião é aquele que sabe deixar seus convidados confortáveis e transparece alegria ao abrir as portas de casa para eles, deixando o ambiente informal e elegante. Para a consultora Lígia Marques, autora do guia de etiqueta "Sem noção", o pior é "não oferecer nada ao convidado, oferecer pouca comida ou bebida e não ter lugar para todos os convidados ficarem confortáveis". Ela esclarece que o convidado também tem suas obrigações, como evitar aparecer sem avisar, levar junto pessoas que não foram convidadas, chegar atrasado, não levar uma lembrancinha para o anfitrião e demorar para ir embora. A especialista Susi Obal considera ruim falar de assuntos polêmicos, como política, racismo, religião ou doenças. "Existem visitas que desfilam um rosário interminável de problemas. Aí cabe aos anfitriões mudar o rumo da conversa, para alguma viagem, um bom filme ou teatro", orienta.
A primeira visita - Ao receber um amigo pela primeira vez, Lígia declara não ser necessário levar o convidado para todos os ambientes da casa para conhecer as dependências. Os quartos, por exemplo, só devem ser mostrados se o convidado quiser conferir uma decoração nova que foi comentada. Caso contrário, "basta levá-lo para conhecer a sala, jardim, varanda e o banheiro que ele vai usar". Susi é da mesma opinião e acrescenta que dois motivos justificam a reserva: não demonstrar exibicionismo - deixando o amigo constrangido - ou evitar que ele veja a casa desarrumada quando não temos tempo suficiente para limpar tudo.
Crianças - As especialistas ainda explicam que é possível evitar que as crianças pequenas atrapalhem a conversa avisando previamente sobre a visita para pedir bom comportamento e, se possível, deixá-las entretidas assistindo TV ou jogando um game há muito prometido. Se houver necessidade de repreender a criança, ela deve ser levada para um ambiente diferente do convidado para levar a bronca.
Boas atitudes - Oferecer algo para comer ou beber é um dos primeiros passos para deixar as pessoas à vontade. Em reuniões informais, Susi recomenda deixar um pequeno buffet montado para que as pessoas se sirvam.
A alimentação, por sinal, é lembrada por Lígia como um momento propício a gafe. Levar comida para a reunião é algo que só deve ser pedido para amigos íntimos e eles só devem aparecer com comida quando isso for solicitado.
Ela também considera gafe não levar o que se comprometeu a levar, ou fazê-lo em quantidade que não dê para o número de convidados. No caso de jantares ou almoços, é desaconselhável oferecer pratos para repetir.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Amigo Secreto na Empresa




Final de ano chegando e com ele o famoso amigo secreto na empresa. É um tempo de horror para alguns e de entusiasmo para outros.
Reuniões e muito tempo gastos para se definir o que vale e o que não vale dar aos colegas, valores máximos e mínimos, quem quer participar ou não...enfim, alguns problemas aparecem anualmente nesta época.


Muitas vezes o que era para ser uma brincadeira acaba tumultuando o ambiente de trabalho e se tornado um problema de difícil solução. Deixar livre o valor é uma atitude de grande risco.
Por outro lado, estabelecermos valores faz com que as pessoas tenham mais trabalho em sair à busca de algo que agrade o colega e ainda caiba neste orçamento.


Algumas pessoas resolvem este problema com a indicação não só do presente desejado como também da loja em que o mimo pode ser encontrado. Péssimo.Uma banalização inaceitável para o que está em jogo - o ato de presentear alguém de quem se gosta ou tem proximidade.
Presentear alguém envolve mais do que a mera compra de um objeto. Estão incluídos na ação a declaração explícita do quanto se gosta da pessoa e o empenho que se teve para agradá-la.
Isso porque os presentes simbolizam pensamentos transformados em objetos ,mostra que a pessoa parou um momento de sua vida para pensar na outra. Soube se colocar no lugar dela e escolher algo que realmente a agradou.
A opção por não participar não é vista como uma atitude positiva. A pessoa pode passar por desinteressada, sem vínculos com os colegas de trabalho e sem afinidade com o pensamento do grupo. Assim, mesmo não sendo um entusiasta da brincadeira, é bom não criticar os que adoram a festa e deixar claro que a participação é para manter vivo o espírito de união do grupo.Faça o possóvel para participar com ânimo. Isso é,no mínimo, bom para sua carreira e exercita sua capacidade de relacionamento pessoal.
Algumas dicas:


•Lembre-se das preferências, gostos e peculiaridades da pessoa. Pergunte aos mais próximos se não conhecer a pessoa a ser presenteada. Os bilhetinhos que antecedem a troca do presente são uma boa alternativa para se descobrir o que dar.


•Respeite as regras impostas pelo grupo em relação ao valor decidido.


•Faça uma ambalagem bem bonita.


•Não repasse presente que ganhou e não gostou. Dá para perceber quando o presente é de segunda mão.


•Ao receber o presente, mesmo não gostando, agradeça, e tente não demonstrar muita falta de entusiasmo.


•Dê presente que possa ser trocado, ou seja, nada de comprar em bazar ou lugares de pechincha.


E por último: nada de presentes muito pessoais como lingerie, perfumes, etc. e cuidado ao descrever seu amigo secreto na hora da entrega. Sempre procure lembrar de suas qualidades e não defeitos!


Agora, uma dica que vai agradar a todos: homens e mulheres de qualquer idade e pelo valor que está dentro da maioria do valor estipulado nas empresas?  O livro SEM-NOÇÃO!  Compre pelo site:  http://www.osemnocao.com.br/

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sequencia de erros


Garota despraparada, inexperiente não sabe
como se vestir para ir à faculdade + alunos
despraparados para viverem um ambiente
universitário onde o debate de idéias deve
prevalecer acima de qualquer posição
unilateral + Conselho Universitário
precipitado e exagerado = vexame público com prejuízo, mais uma vez, para a imagem de todos os brasileiros.


Por este e outros fatos é que insisto: as escolas deveriam, desde cedo, exigir um pouco mais de rigor nas roupas que permitem aos alunos usarem em sala de aula. Por simples questão de oferecer-lhes uma vivência em relação a este tema, que lhes será extremamente útil no futuro.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Imagem Masculina


Sucesso total!

Nosso novo módulo do Curso de Etiqueta Corporativa:
Imagem Masculina.

Todos os participantes, homens e mulheres ficaram craques em fazer nós de gravatas, tipos de colarinho,camisas, paletós, assessórios...

O pessoal da foto faz parte do Grupo Simões - Manaus

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Taxistas também devem saber disso


Olhem só esta matéria da revista Veja de
4 de novembro 2009

Mais um ponto para aqueles que concordam
comigo: a imagem que passamos aos outros

se faz principalmente pela roupa que usamos.
É um código que tem que ser respeitado

se quisermos reconhecimento profissional.

Estarmos dessarrumados ou vestidos de qualquer
maneira para trabalhar não fará com que passemos
uma imagem de credibilidade, confiança e competência.

Mais sobre a roupa correta


Por mais que alguns insistam que se vestir de
acordo com o ambiente, principalmente no trabalho
é bobagem, o que vemos cada vez mais são exigências
sobre um mínimo de postura profissional em relação a isso.

E quando esta postura não existe, alguém passa a exigí-la de forma até pouco democrática, segundo outros.

E como tudo tem seu começo, ainda defendo a idéia de que as escolas deveriam voltar a ser mais rigorosas em relação ao uso de uniformes ou de roupas adequadas ao ambiente de aula. Se os alunos se acostumassem e passassem a ter esta vivência, naturalmente cresceriam e saberiam o que vestir sem que vez ou outra passassem por situações lamentáveis como a que passou a aluna da Uniban por estar com um micro vestido na sala de aula.

É de pequeno que se torce o pepino...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Uso das novas tecnologias em Barcelona


Reglas no escritas gobiernan los modales
para usar el móvil
Puede que no lo parezca cuando los pasajeros
del transporte público gritan mientras hablan
por teléfono, para horror de sus compañeros
de vagón, pero la mayoría de los estadounidenses
cree que hay reglas no escritas de etiqueta
para los móviles.
Comprobar correos, enviar mensajes de texto y hacer llamadas telefónicas cuando estás con otras personas son sin duda una falta de "modales móviles".
También escribir mensajes durante una cita está estrictamente prohibido.
Sin embargo, la mayoría de los encuestados en un sondeo online dijo que no se ofendería si recibieran un "gracias" electrónico, en lugar de una nota escrita, y el 75 por ciento dijo no tener objeciones al uso de ordenadores portátiles o teléfonos móviles en el baño.
"La etiqueta es primero y ante todo una cuestión de conciencia", comentó la escritora y experta en protocolo Anna Post, que sin embargo describió los resultados de la encuesta de Harris Interactive para Intel como "estadísticas bastante sorprendentes".
El 62 por ciento de los 2.625 adultos que participaron en el sondeo se mostraron de acuerdo en que móviles, portátiles y otros dispositivos electrónicos forma parte de la vida cotidiana.
El 55 por ciento pensaba también que las exigencias de los negocios hacen que la gente tenga que estar conectada, incluso si eso significa llevarse el portátil de vacaciones o contestar al teléfono durante una comida.
Pero a pesar de esa necesidad de estar siempre conectados y a la aceptación general hacia la tecnología, la gente se mostró más sensible sobre los usos de estos dispositivos en vacaciones y durante actividades religiosas.
Casi el 90 por ciento de los estadounidenses considera que usar el móvil durante una ceremonia religiosa es inaceptable, y el 30 por ciento admitió que se sentiría ofendido si recibiera un mensaje electrónico indicando un regalo deseado.
Pero más de la mitad expresó su intención de enviar tarjetas electrónicas de felicitación, en lugar de las tradicionales.
"Hay asuntos de sentido común", comentó la doctora Genevieve Bell, etnógrafa y directora del Grupo de Experiencia de Usuario de Intel, añadiendo que las reglas sociales de cuando y cómo es apropiado usar la tecnología aún se están formando.
Además, la etiqueta móvil es distinta en diferentes partes del mundo.
Por su parte, Post está convencida de que la etiqueta tecnológica se hará más importante con el tiempo, en especial en reuniones tradicionales, y que será más difícil determinar lo que es apropiado y lo que no.
Sin embargo, ella puso la línea en las tarjetas de agradecimiento.
"Me atengo a la nota de agradecimiento escrita", afirmó.
Como vêem, o assunto é problema mundial...esta matéria veio diretamente de Barcelona.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Crocs e Uniformes escolares


Matéria Folha de São Paulo
19/10/09
Bem oportuno questionarmos as escolas sobre
o tipo de roupa que seus alunos usam para
assisirem às aulas.
Não é questão de ser tradicionalista e achar que o uso
de um uniforme bem definido era uma ótima prática.
É questão de fazer com que as crianças tenham alguma vivência em termos de trajes adequados a cada tipo de ambiente.
O que mais acontece hoje nas grandes empresas é a queixa de que seus funcionários não sabem como se vestir para trabalhar, usam roupas totalmente informais
e inadequadas à imagem de um profissional que deve passar credibilidade própria e da empresa para a qual presta serviços.
Mulheres trabalham de decotes, mini-saias, transparências, sandálias rasteiras, homens de regata, tênis, camisetas velhas, de times de futebol, jeans e por aí afora.
De quem é a culpa?
Se as escolas exigissem um mínimo de rigor, proibindo mini blusas, chinelos, cuecas de fora, etc. esses alunos achariam muito menos problemas quando chegassem ao mercado de trabalho.
Afinal, uma crianças ou adolescente que passa mais da metade de seu tempo na escola vai aprender e praticar este tipo de conhecimento quando e onde , se não for através da própria escola?
Ligia Marques

domingo, 11 de outubro de 2009


Boa aparência resulta em salários mais altos,
diz estudo
Pessoas consideradas mais atraentes
recebem até 10% a mais na folha de pagamento
Por Minha Vida Publicado em 6/10/2009 - UOL


Um novo estudo realizado pela Universidade de Yale (EUA) sugere que a aparência pode contar pontos não apenas na hora de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário. De acordo com cientistas americanos, as pessoas mais simpáticas aos olhos dos outros recebem mais, quando comparadas com as menos atraentes.

A pesquisa aconteceu com mais de quatro mil jovens de ambos os sexos e se baseou na aparência e no salário que cada um deles recebia. Cerca de 7% dos voluntários foram considerados muito mais atraentes do que a média, na opinião dos analistas, enquanto 8% dos participantes estavam abaixo da média. Foi então que a comparação dos salários mostrou que aqueles menos atraentes recebiam um salário menor do que os jovens que estavam na média ou acima dela. A diferença média de salário chegou a 10%.

Depois de descobrir a diferença nos salários, os cientistas americanos resolveram medir o QI dos participantes e descobriram que a pequena variação não justificava a diferença salarial, já que os menos atraentes e os mais atraentes apontavam uma variação semelhante.

Mesmo diante dos números, os pesquisadores ainda não conseguem explicar o porquê dessa desigualdade, mas afirmam que os resultados comprovam que a imagem que passamos durante uma simples conversa faz diferença quando o assunto está ligado à carreira.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009


Dia 12 de outubro, Dia das Crianças… Será que elas
tem mesmo o que comemorar?

“Nenhuma criança ou adolescente será objeto
de qualquer forma de negligência, discriminação,
exploração, violência, crueldade e opressão, punido
na forma da lei qualquer atentado, por ação ou
omissão, aos seus direitos fundamentais.”
(Art. 5º. Estatuto da Criança e do Adolescente)

Prostituição Infantil e Pedofilia O Unicef denuncia
que, a cada ano, pelo menos um milhão de menores
(três mil ao dia) são introduzido no mercado do sexo,
mas alguns pesquisadores acreditam que o número deva ser quatro vezes maior porque ainda não existem dados estatísticos totalmente confiáveis. Segundo estimativas da ONU, no ano passado um total de 150 milhões de meninas e 73 milhões de meninos foram abusados sexualmente no mundo todo. Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
Fome e desnutrição Cerca de 6 milhões de crianças morrem a cada ano pela fraqueza de seu sistema imunológico causada por fome e desnutrição, o que as torna incapazes de superar doenças infecciosas curáveis, como diarréia, sarampo e malária. 63% das crianças dos meios rurais em Moçambique vivem em pobreza extrema; e 34% das famílias não conseguem garantir uma alimentação estável e enfrentam fome permanente. Todos os dias, mais de 850 milhões de pessoas vão se deitar com fome; dentre elas, 300 milhões são crianças.A cada cinco segundos, uma delas morre de fome.
Trabalho Infantil A UNICEF estima que existem 158 milhões de crianças menores de 15 anos vítimas de trabalho infantil em todo o mundo e que mais de 100 milhões, quase 70 por cento da população laboral infantil, trabalham na agricultura em áreas rurais onde o acesso à escola e ao material educativo é muito limitado. No Brasil, Cerca de 4 milhões de crianças trabalham no meio rural e somente 29% delas recebem remuneração. Entre as crianças de 5 a 9 anos, somente 7% recebem remuneração e um grande número não têm acesso à educação. Na Ásia, a situação ainda é mais grave, pois 61% das crianças trabalham. Na África, em cada cinco crianças, duas trabalham.
Analfabetismo Em pleno século 21, o Brasil ainda tem 680 mil crianças que não freqüentam a escola. NO BRASIL , 11,5% das crianças de oito e nove anos são analfabetas, segundo o IBGE. O percentual supera a média nacional entre adultos, de 10%. No Nordeste, o índice infantil vai a 23%. No Maranhão atinge o pico nacional: 38%. Pelo menos 100 milhões de crianças em idade escolar esperam por uma vaga em colégios nos países pobres, regiões em que o fornecimento de educação básica está entre as “Metas do Milênio” estabelecidas pela ONU.
“Temos mais de 100 milhões de crianças sem escola no mundo, dos quais 58 milhões são meninas.
Vítimas da violência e guerra Estima-se que, só no Brasil, 18 mil crianças são vítimas de espancamento e uma a cada minuto de algum tipo de violência: emocional, física ou sexual . Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam para uma taxa de 53 mil crianças mortas todos os anos por homicídio no mundo. Segundo dados da Unicef, entre 133 milhões e 275 milhões de crianças são vítimas ou testemunhas de violência em casa. Em muitas sociedades, a violência contra a criança é tolerada, já que ganha uma conotação de “medida de disciplina”. O medo de denunciar os autores da violência é o que faz a violência contra crianças continuar escondida. Nas escolas, orfanatos e, principalmente, centros de detenção juvenil a situação é ainda pior. Segundo o relatório, 1 milhão de crianças estão presas no mundo. Uma estimativa das Nações Unidas (ONU) revela que mais de 250 mil crianças são recrutadas para a guerra no mundo e que, pelo menos em 13 países do mundo, o recrutamento e uso de crianças nos conflitos armados é válido. Presas no inferno dos conflitos armados, as crianças são forçadas a testemunhar as atrocidades cometidas contra seus pais, ou, ainda, são detidas, separadas de suas famílias, pressionadas a servirem como soldados ou até mortas.
Acidentes graves e mortes
Os acidentes, ou lesões não-intencionais, representam a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. No total, cerca de 6 mil crianças até 14 anos morrem e 140 mil são hospitalizadas anualmente segundo dados do Ministério da Saúde, configurando-se como uma séria questão de saúde pública. Estimativas mostram que a cada morte, outras quatro crianças ficam com seqüelas permanentes que irá gerar, provavelmente, conseqüências emocionais, sociais e financeiras à essa família e à sociedade. De acordo com o governo brasileiro, cerca de R$ 63 milhões são gastos na rede do SUS – Sistema Único de Saúde.
Doenças e Mortalidade Infantil A AIDS deixou órfãs 15 milhões de crianças; Mais de 500 mil crianças nasceram com o HIV, o vírus causador da Aids, no ano passado. entre elas,Cerca de 20 mil crianças brasileiras. “Centenas de milhares de crianças nascem com HIV todos os anos, quando isso é algo que pode ser evitado, e muitos deles morrem no primeiro dia de nascidos”. Todos os anos, 11 milhões de crianças, a maioria com menos de cinco anos morrem devido a doenças como a malária, a diarréia e a pneumonia.. A cada 30 segundos, uma criança africana morre por causa da malária, o que significa mais de 1 milhão de crianças mortas por ano. A cada hora uma criança morre vítima de alguma espécie de câncer no Brasil, segundo pesquisa divulgada pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer), Dez mil crianças e adolescentes acima de quatro anos morrem de câncer anualmente no Brasil, número que poderia ser bem menor se o governo ampliasse os recursos destinados à compra de medicamentos.É a doença que mais mata crianças e adolescentes no país.
Disque 100, Denuncie! O serviço do Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes é coordenado e executado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), em parceria com a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). Por meio do 100, o usuário pode denunciar violências contra crianças e adolescentes, colher informações acerca do paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos, tráfico de pessoas – independentemente da idade da vítima – e obter informações sobre os Conselhos Tutelares. O serviço funciona diariamente de 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização, conforme a competência, num prazo de 24h. A identidade do denunciante é mantida em absoluto sigilo.
“Se deixarmos de fazer o que precisamos para proteger uma criança, que diferença teremos daqueles que as violentam?” (Jefferson Drezett).
Por Marcio Demari
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009


Michelle beija Sarkozy, Medvedev e Brown,
mas não Berlusconi

25 de setembro de 2009 • Porta Terra

Na hora de cumprimentar Berlusconi, Michelle Obama
preferiu apenas um aperto de mão.


Que a má fama de Silvio Berlusconi é mundial, todo mundo já sabe. Volta e meia o primeiro-ministro italiano estampa jornais e sites de notícias do mundo inteiro com suas histórias de festas animadas, envolvimento com garotas de programa e gafes. Mas agora nem mesmo mulheres poderosas, como a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, estão arriscando a se aproximar muito do chefe de Estado italiano para evitar constrangimentos.
Na reunião dos chefes de Estado do G20, em Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia, Michelle fez questão de dar boas-vindas abraçando e beijando quase todos os estadistas. Foi assim com o premiê britânico, Gordon Brown, com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, com o presidente russo, Dmitri Medvedev e como premiê holandês, Jan Peter Balkenende. Mas diante de um sorridente Berlusconi o protocolo foi outro: apenas estendeu o braço para um aperto de mão.


E ela está corretíssima: a iniciativa do cumprimento, como ensinamos sempre em nossos cursos, cabe às mulheres. São elas que decidem se vão cumprimentar beijando ou dando a mão, em qualquer situação. Os homens agem muito erradamente quando se tomam a iniciativa de estender a mão ou já saem dando beijinhos quando cumprimentam uma mulher.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Hino Nacional


Escolas terão de tocar Hino Nacional uma vez por semana
SIMONE IGLESIAS da Folha de S.Paulo


A partir de hoje, as escolas de ensino fundamental públicas e privadas de todo o país passam a ser obrigadas a executar uma vez por semana o Hino Nacional. A lei, de autoria do deputado Lincoln Portela (PR-MG), foi sancionada ontem (21) pelo vice-presidente no exercício da Presidência, José Alencar.


Acho isso muito bom. É importante que nossas crianças aprendam a cantar o Hino corretamente e saibam também as regras cívicas que envolvem este momento de solenidade:
Sempre em pé, mão direita no coração e nada de aplausos ao término de sua execução. Isso mesmo: aplaudir o Hino Nacional é uma gafe. Contenha-se!


É muito vergonhoso e um sinal de pouca civilidade e cultura vermos celebridades do esporte,por exemplo, titubeando na letra do Hino Nacional ou numa postura totalmente à vontade quando deviam servir de exemplo a toda uma nação.


Quem sabe, com a nova lei, as coisas comecem a melhorar nesse sentido...é esperar para ver...


Novas Tecnologias X Educação



AS BOAS MANEIRAS NO USO DOS SMARTPHONES NO AMBIENTE DE TRABALHO: JÁ PENSOU NISSO?
*Ligia Marques
Um artigo publicado pelo New York Times traz à tona uma questão há muito discutida, mas que ainda causa grandes dúvidas a todos:
até onde podemos aderir às novas tecnologias sem agredir outras pessoas, sem parecermos grossos e mal educados?
Pertinente, a matéria trata do uso de aparelhos celulares, como os Smartphones, em ambientes profissionais e em momentos que até
pouco tempo eram totalmente proibidos. Afinal, quem não se sente excluído, desprestigiado ou desvalorizado se no meio de uma
conversa o interlocutor resolve checar seus e-mails e respondê-los, ainda que rapidamente?
Os defensores da tecnologia dizem que é preciso haver uma adaptação de modos e costumes para que atitudes como esta não
signifique uma falta de educação. Perder algum comunicado em tempo real só por elegância seria muito arriscado num mundo onde a
movimentação é cada vez maior.
Na outra extremidade temos severas punições a profissionais que insistem em utilizar a tecnologia em horas que deveria estar atento a
outras formas de comunicação. Segundo pesquisas, um terço dos 5.300 profissionais americanos entrevistados disseram checar e-mails
com freqüência durante reuniões e que já foram severamente criticados por esta atitude.
Assim, está estabelecida a batalha. Quem vencerá?
Poucas empresas procuram adotar políticas formais relativas ao uso de novas tecnologias e deixam os seus funcionários livres para
tomarem decisões desta natureza. O problema é que o bom senso, normalmente, é artigo em falta e os excessos acabam ocorrendo de
forma lamentável. É extremamente comum recebermos solicitações de treinamentos empresariais para uso de novas tecnologias. As
empresas investem nos aparelhos, mas acabam percebendo que é preciso também ensinar seus funcionários a utilizá-los da melhor
forma.
A simples exibição de um aparelhinho destes frente a colegas ou concorrentes é, para muitos, razão suficiente para utilizá-lo em uma
reunião, por exemplo. É como se cada um dissesse ao outro: “Veja! Sou um profissional plugado, moderno, cheio de afazeres
importantes, não posso ficar um minuto off line!”. Quando, na verdade, muitas vezes a mensagem que estarão passando seria algo do
tipo: “Veja! Não consigo me organizar o suficiente para ter umas horinhas de privacidade sem comprometer meus negócios” ou “Não
tenho sequer uma boa secretária para anotar meus recados”.
Frente a tudo isso, como consultora na área de etiqueta e marketing pessoal, penso que seria bastante interessante lembrarmos-nos de
uma das primeiras publicações a respeito do assunto (etiqueta), foi feita em 1550 (Il Galateo). Sabiamente o autor percebeu o tom que
devemos procurar seguir em todas as nossas atitudes, o verdadeiro segredo para sermos pessoas naturalmente elegantes e bem
educadas. Após compilar num relato todos os costumes da corte na época e analisá-los sob a luz da boa educação, ele os resume numa
frase que até hoje é certa e verdadeira: “Tudo que é exagerado, incomoda”.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009


Dia 16/10 a partir das 20:30h
ouçam o programa
Audio-Papo na
Rádio USP FM
Realmente foi um ótimo
papo.
Emissora nota 10
com programas
inteligentes e interessantes.
Saudades de meus tempos de USP...
Valeu!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Chat do Terra


Amanhã, dia 9 de Setembro, espero por todos no Chat do Terra, falando sobre o livro SEM-NOÇÃO e sobre o que mais vocês quiserem!


Até lá!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Lançamento do SEM NOÇÃO




Foi ontem! Estava tudo muito gostoso:
vinho, salgadinhos, docinhos
e a companhia de tantos amigos e alunos.
Obrigada a todos que pegaram o maior trânsito
e foram até lá me levar um abraço
e uma energia muito positiva.
Amo vocês!
As fotos já estão no site
Dêem uma olhadinha lá...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Develop - WTC Clube de Negócios


Treinamento mediado pela Develop (developbr.com), nossa parceira , para o WTC Clube de Negócios:


“Ao contratar os serviços da Develop não imaginei como seria formatado o treinamento para nós.
Quando a consultora se reuniu comigo para briefar o treinamento e me perguntou o que eu entendia por “treinamento vivencial”, respondi o que achava de acordo com alguns treinamentos que tive durante minha carreira como gestor comercial. Mas após o treinamento, percebi que eu não sabia o que era um treinamento viviencial, nem o quanto de valor ele agregaria à minha equipe.
Fiquei muito contente com os resultados imediatos do treinamento! Ao acompanhar as dinâmicas de perto, pude aprender muito sobre cada membro de minha equipe e sobre o perfil de cada um, o que ajudará a mim e aos meus subordinados a trabalhar em grupos e obter resultados dignos de um time de alta performance.
O atendimento foi impecável e a preocupação com qualidade e proximidade com o fornecedor me fizeram escolher a Develop como parceira de treinamentos para minha equipe”.
THIAGO BRASIL
COORDENADOR COMERCIAL – WTC CLUBE DE NEGÓCIOS