Boas Vindas

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Será muito bem recebido.








Ligia




quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Lançamento do SEM NOÇÃO


Todos estão convidados!

Dia 01 de Setembro na Livraria da Vila (R. Fradique Coutinho,915) estarei autografando o livro de etiqueta mais divertido já publicado: SEM NOÇÃO!


Venha brindar conosco!

Idade Média e costumes


CURIOSIDADES
Ao se visitar o Palácio de Versailles ( Paris) observa-se que não há banheiros. Na Idade Média não existiam escovas de dentes, perfumes, desodorantes e muito menos papel higiênico. As excrecencias humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.
Vemos nos filmes as pessoas sendo abanadas. Mais do que por calor, isto ocorria por causa do mau cheiro que exalavam,já que tomavambanho uma vez ao ano! As saias eram feitas propositadamente grande para conter o odor das partes íntimas!
A maioria dos casamentos ocorria no mes de junho pois para eles era o início do verão quando todos tomavam o banho. Os buques das noivas serviam para camuflar o cheirinho daquelas que resolviam deixar o banho para uma outra data...
A expressão , em inglês, "Don't throw the baby out with the bath water" significa literalmente "não jogue o bebê fora com a água do banho" e foi criada por que o pai era o primeiro a tomar o banho anual na tina , seguido pelos familiares e por último pelos bebês. Imaginem a cor da água ( que não era trocada)! Não ficava muito difícil perder o coitadinho lá dentro!
A Inglaterra é um país pequeno e nem sempre havia espaço para se enterrarem os mortos. Assim, muitos caixões eram abertos, os ossos retirados e o túmlo reutilizado. às vezes , ao abrirem os caixões, percebiam-se arranhões nas tampas , o que significava que a pessoa tinha sido enterrada viva. Assim passou-se a pendurar uma cordinha no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e do lado de fora deixá-la presa a um sino. Se o indivíduo "acordasse" era só puxar a cordinha e o sino tocava. Daí a expressão "save by the bell" ou seja, "salvo pelo gongo".

Elogio de aluna

Ligia, fico muito feliz ao te ver em entrevistas e matérias na TV.

Sabemos da sua competencia e comprometimento com seus alunos e amigos.!!!

Continue sempre assim, pois temos confiança na sua orientação.

Beijo
Glaucia Mazetto

Elogio de aluna


Boa tarde Ligia, tudo bem?

Parabéns pela sua aula, foi excelente.

O treinamento para o grupo 1 acontecerá em outubro com os colaboradores da linha de frente dos dois hospitais. Por favor, confirme disponibilidade da sua agenda e posteriormente passaremos a quantidade de turmas.
Obrigada

Fabiana Lins de Sa Hospital Santa Bárbara flsa@hsbarbara.com.br

Avon

Meninas da Avon após nosso treinamento. Mais preparadas para lidar com o mercado cada vez mais competitivo. Parabéns!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O que fazer com as bitucas?


Consequência imediata da nova lei antifumo: sumiço da maioria dos cinzeiros (já pouco usados pelos fumantes), afinal em espaços abertos, únicos locais onde se pode fumar atualmente, não costuma haver mesinhas com este objeto disponível.

As ruas, já imundas, desta cidade vão acabar levando a pior a menos que concomitantemente à aplicação da nova lei, comecemos uma campanha de conscientização em favor do meio ambiente, contra o mau costume de se jogar bitucas no chão.

Você sabia, por exemplo, que uma bituca leva de 3 a 5 anos para se decompor? E que contém mais de 700 aditivos altamente prejudiciais à natureza?

Tem visual mais feio e deprê do que floreiras cheias de bitucas na terra?

Muitos tabagistas acabam adquirindo o péssimo hábito jogar as pontas do cigarro em vias públicas. Segundo o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, o IBAMA, as pontas de cigarros acessas podem provocar queimadas e matar animais que as ingerem. É um grande problema nas praias, onde observamos muitas mortes de pássaros que acabam ingerindo-as.

E isso não é problema exclusivo brasileiro:

A policia de Londres tá em olho em todos os fumantes desavisados que jogam bitucas de cigarro nas ruas da cidade. A multa para aqueles que forem pegos se livrando do lixo fumacento é de £50. E não adianta chorar ou dizer que não sabia da existência da lei contra o velho hábito.
Para aqueles resistentes a procurar pela lixeira mais próxima e jogar a bituca, o aconselhável é ir até o governo local da sua área e requerer uma sacola resistente a altas temperaturas. Elas estão sendo distribuídas em diferentes regiões de Londres.
Isso é assunto para ser pensado aqui também.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Lei antifumo


A partir de amanhã um novo hábito deverá começar a fazer parte da vida do paulistano: não fumar em locais de uso coletivo.
E como sempre, cada vez que há uma mudança na ordem social, novas regras de etiqueta devem ser criadas para que as pessoas possam pautar seu comportamento.
Isso ocorre desde que o mundo é mundo. Quanto mais profundas são as mudanças, mais regras são criadas. Se não fosse assim, o mundo seria realmente um caos e a convivência humana impossível.

A cada mudança, muita discordância também é percebida, mas com o passar do tempo as coisas vão se encaixando e tomando o seu devido lugar.Isso acontecerá também em relação a esta nova lei antifumo. Esperem e verão.

Em relação a esta nova orientação, podemos já ir dando umas dicas:

1) Respeite a lei. Isso é fundamental para sua boa imagem, para a sociedade como um todo. pessoas que não respeitam leis, sejam quais forem, não costumam ser bem vistas pela sociedade.

2) Se estiver num local onde fumar está proibido, antes de se atracar com o fumante numa discussão deselegante, peça ao resposnsável pelo local para que tome a atitude por você. Isto vale para restaurantes, barzinhos, cinemas, etc.

3) Assim como se faz atualmente com os cocôs de cachorro, as bitucas devem ter o mesmo destino: coloque-as nun saquinho para serem jogadas num lixo posteriormente. Cada um cuida do seu lixo de fumante e o ambiente agradecerá. Ou você espara que existam cinzeiros em espaços abertos?

4) Em ambientes corporativos, edifícios, lojas, etc., uma placa para relembrar às pessoas onde se pode ou não fumar, sempre é de muita ajuda. Assim , ninguém pode alegar ignorância e evitará que muitos sejam chamados à atenção ou se sintam constrangidos.

Este assunto ainda vai dar muito o que falar, e sua opinião aqui será bem importante. Espero por ela!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Gripe A


Hoje mesmo fui entrevistada para o Jornal das 21h do SBT sobre qual seria a maneira mais adequada para espirrarmos e tossirmos. Tem etiqueta para isso?
Tem sim.
A idéia é que façamos o possível para não contaminarmos quem está próximo. Então, vale tudo:
Cobrir o rosto com as mãos, virar para o outro lado, espirrar ou tossir dentro do paletó (estranho ,mas ajuda), cobrir o nariz com o braço, enfim, o que der para ser feito estará ajudando.
O que não vale mesmo é esquecer que tem alguém por perto e espirrar ou tossir de frente para essa pessoa.
Lenço de papel é ótimo se puder ter por perto, lavar as mãos em seguida, melhor ainda.

Se cada um fizer a sua parte, muitas pessoas deixarão de adoecer. Vamos lá?

domingo, 2 de agosto de 2009

Folha de SP - Capacidade técnica X Atitudes comportamentais


Folha de São Paulo- Caderno Empregos - 02/08/2009

EMOÇÕES SOB CONTROLE
Empresas medem nível de inteligência emocional de chefes
Lado técnico pode ficar ofuscado pelo comportamental




Adriana Macedo, que gritou com colega e agora diz se controlar

Os profissionais são contratados pela competência técnica, mas demitidos pelas competências comportamental e emocional. A máxima, com variações, é constante em consultorias e departamentos de RH.


É o que sempre salientamos em nossos cursos de Etiqueta Empresarial:
As pesquisas mostram que 85% das chances de um profissional evoluir na cerreira se devem às suas atitudes pessoais e só 15% à capacidade técnica.
Uma estatística deste porte tem sido percebida por muitas empresas e daí os investimentos neste tipo de treinamento para seua funcionários: aprefeiçoamento da qualidade de relacionamento interno e externo.
É esse o segredo de quem faz sucesso, de quem é líder hoje em dia.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Gafe em Noite de autógrafos


Para que não haja dúvidas, comento sobre comprar ou não comprar o livro do amigo que o está lançando numa noite de autógrafos.

Numa revista feminina de grande circulação esta pergunta foi feita por uma leitora que dizia não estar muito a fim de comprar o livro, pois certamente não o leria. Não tinha o menor interesse no assunto. Qual deveria ser a atitude mais correta,então? Era essa a pergunta que foi respondida por 3 pessoas, uma só dita consultora de etiqueta.

Esta consultora de etiqueta, fonte da revista, respondeu à leitora que isso não seria problema, que ela poderia ir tranquilamente ao coquetel e apenas aproximar-se da mesa do autor e dar-lhe um afetuoso abraço! Que meiguinha!

Marcelino de Carvalho me morda! Onde estamos?!

Para que os meus alunos e seguidores deste blog não cometam esta gafe homérica é que comento o caso aqui:

Quem faz um coquetel de lançamento de livro o faz exatamente com a intenção de receber os amigos, compartilhar com eles este momento especial e sem a menor sombra de dúvida, espera que eles comprem o livro num sinal de carinho, amizade, educação e principalmente apoio ao seu trabalho.

Ir até lá e sair de mãos vazias e ainda por cima ter a cara de pau de ficar na fila e ir abraçar o autor sem livro nehum é o fim! É simplesmente a pior mancada que se pode dar numa noite de autógrafos.

O livro não lhe interessa? Então não vá ao coquetel. Mande um telegrama, flores ou um belo cartão desejando muito sucesso a este amigo e lamentando não poder ir.

Outra opção bem legal: compre o livro, e presenteie alguém que goste do tema. Pode até pedir o autógrafo em nome desta pessoa. Será um presente muito bacana.

Simples assim. Chique assim.

Novela Cobras e Lagartos- Novos Ricos


Matéria publicada no site da Novela Cobras e Lagartos Rede Globo

Shirley está nadando em dinheiro, mas continua se afogando nas gafes! Agora que é madrasta do mais novo milionário da praça, ela cisma em ser "grã-fina" e, pra completar, pede aulas de etiqueta a Milu, que está longe de ser um exemplo de elegância. Com a ajuda das consultoras de etiqueta Ligia Marques e Célia Leão, elaboramos um manual de boas maneiras para quem quer entrar com o pé direito na alta sociedade!

Principais gafes cometidas pelos "novos ricos"

- Insistir para que os convidados comam ou bebam.- Convidar para conhecer a casa toda por dentro.- Carregar na decoração da casa. - Ostentar grife. - Usar várias jóias ao mesmo tempo. - Exagerar nos decotes, nas transparências, nos perfumes e na maquiagem. - Comentar quanto pagou por determinado objeto, roupa ou viagem. - Rebuscar no português sem ter certeza do uso correto das palavras. - Repetir palavras que estão na moda: "vou estar fazendo" etc.- Comprar livros só para mostrar que já leu muito, sem nunca ter lido uma só página deles.

Dicas para ser um legítimo grã-fino!

- Não peque pelo excesso! "Geralmente as pessoas querem se fazer de muito chiques e exageram nas palavras, nas vestes, na decoração, na maquiagem, jóias etc. Exageros de maneira geral são mal vistos", alerta Ligia Marques.- Forçar a barra e espalhar aos setes ventos que está endinheirado é péssimo.
Segundo Célia Leão, mostrar que é novo rico é a pior gafe de todas!- Está com dificuldades para compor o visual? Não se acanhe em pedir ajuda. "Vale a pena procurar um profissional para montar um guarda-roupa adequado ao tipo físico e à personalidade da pessoa e que a ensine a usá-las e a combinar cada peça", orienta Ligia.
- "Sabedoria é aprender a observar. Chegou a um restaurante e não sabe o que fazer? Peça ajuda ao maître ou aos garçons. Eles vão ter o maior prazer em lhe ajudar", ensina Célia.- Célia dá inda a dica derradeira: "Aproveite a chance e procure aprender sobre tudo o que puder. O conhecimento é o bem mais legítimo que você terá".

Revista VEJA - Férias


DICAS PARA NÃO PAGAR UM MICO NAS FÉRIAS

Embora os aeroportos sejam freqüentados por pessoas com poder aquisitivo acima da média, é comum flagrar cenas de descortesia no saguão de espera, na fila do check-in e dentro do avião. A consultora de etiqueta Ligia Marques lembra alguns princípios da boa convivência entre viajantes:
A prioridade na hora do embarque é de crianças e idosos, com seus respectivos acompanhantes.
Se chegar atrasado ao check-in, não fure a fila. Explique a situação a um funcionário da companhia.
Atrasos dos vôos são freqüentes. Encaminhe a reclamação aos órgãos competentes, mas não descarregue nos funcionários das companhias aéreas.
Não leve mais do que uma bagagem de mão. Observe o limite de peso e tamanho (5 quilos e 115 centímetros somando largura, altura e comprimento).
Já se foi o tempo em que viajar de avião era algo chique. Use roupas confortáveis. Mas não exagere – nada de bermuda ou camiseta regata.
Abusar da boa vontade das aeromoças e comissários de bordo soa como arrogância. Não exagere nos pedidos e, claro, diga sempre "obrigado" e "por favor".
Quem escolheu se sentar à janela do avião não deve levantar-se várias vezes durante o vôo. Tirar os sapatos, só durante a noite e em vôos longos.
Na sala de espera, evite falar ao celular. Se tiver de fazê-lo, afaste-se das outras pessoas e fale baixo.
Contenha a tietagem ao encontrar pessoas famosas. Elas têm direito a privacidade.
Só engate conversa com o vizinho se ele se mostrar disposto.
Para se livrar de um chato tagarela, a melhor estratégia é ter sempre um livro à mão.

Editado por Cley Scholz.Colaboraram Adriana Negreiros,Maurício Oliveira e José Edward

Elogio de empresário

Ligia, parabéns, fiquei muito satisfeito e impressionado com você e sua calma em transmitir a sua aula.
Fiquei, também, impressionado, como as pessoas estão preocupadas em melhorar, seja, de uma forma ou de outra, a sua imagem pessoal.
Gostaria de relatar que sou muito observador e crítico, e que você, transmitiu, vai muito alem dos que eles poderiam entender.
A ferramenta maior do homem na sua sociedade: O conhecimento de sí próprio, a "práxis".
Quanto ao curso de Marketing Empresarial e sobre auto estima, você me relata sobre eles e suas datas.
Favor enviar o e-mail sobre spams da Espanha.

Grato,

Erison Pedroso

Malhação - Comportamento jovem

Não fossem as aulas de etiqueta de Priscila, Marcinha nunca iria domar aquela caipirice desajeitada para a entrevista da bolsa de estudos. Até o famoso pintor inglês ficou fascinado com tamanha educação da estudante de artes!
Além de entrevistas como essas, os jovens se deparam ainda com várias outras situações não tão formais, mas onde o bom comportamento também é a primeira impressão - que é a que fica, não é mesmo? Momentos como conhecer os pais do namorado ou dormir na casa de uma amiga, por exemplo, exigem muita educação e uma boa dose de bom senso! A consultora de etiqueta Ligia Marques dá as dicas de como se comportar e do que não fazer nessas horas!

É dia de conhecer os pais do namorado (a)!
1. Em primeiro lugar, cumprimentar os "sogros" não faz mal a ninguém. “Vejo muitos adolescentes que entram na casa dos amigos e nem cumprimentam os pais. É preciso que eles entendam que uma primeira impressão boa é fundamental e que, quando isso não acontece, o filme queima mesmo”, explica Ligia.
2. Fica difícil um pai ou uma mãe aprovarem um namoro com um garoto (a) que nem sabe falar um “bom-dia” decentemente.
3. Um "com licença" antes de entrar na casa também vai muito bem!
4. Ligia lembra que uma aparência mais “arrumadinha” pode fazer milagres para uma primeira impressão. “Não precisa exagerar, mas um banho tomado, um cheirinho de limpo é fundamental”, ela sugere.

Vai dormir na casa da amiga (o)?
1. Antes de tudo, sempre verifique se os pais estão de acordo com o convite do amigo. “Vale perguntar: ‘A Fulana me convidou para dormir em sua casa. Tudo bem para a senhora? Não vou incomodar?’. Obviamente a mãe vai permitir, mas só esta atenção já pega bem”, orienta Ligia. 2. O convidado deve se portar muito bem procurando seguir a rotina da casa: comer na hora em que a família for comer, não levantar de madrugada para um lanchinho atacando a geladeira, não invadir os cômodos que não sejam de uso comum do amigo ou para o qual você não foi convidado a entrar, ajudar a mãe a tirar a mesa ou outra coisa se for necessário, não levar horas tomando banho ou ocupando um banheiro que mais gente tem que usar... “Enfim, incomodar o menos possível sendo um hóspede quase invisível”, aconselha a consultora de etiqueta.
3. Cuidado pra não se mudar de mala e cuia pra lá! Aceitar este tipo de convite a toda hora não é uma boa. “Pode incomodar a privacidade dos donos da casa”, justifica a profissional.

Guia da Semana- Comendo Lagostas


Lagostas -
Matéria do http://www.guiadasemana.com.br/
Viviane Aguiar

O garçom apareceu equilibrando aquele belíssimo prato de lagosta na bandeja. Pomposa, ela pousou na mesa com reverência, ostentando uma lustrosa casca. E aí veio a parte mais difícil: comer. Você chega a se arrepender de ter pedido o lindo prato, mas agora é tarde. A solução? Que tal virá-la para baixo e forçar o talher para abrir o casco?Parece brincadeira, mas a cena descrita acima é real. Ela aconteceu com um casal que resolveu ter uma noite especial no romântico Terraço Itália - que tem na lagosta à thermidor seu mais famoso prato. "Existe um pequeno avental ou um guardanapo a mais na mesa, que deve ser colocado no pescoço. A lagosta faz muita sujeira mesmo", explica a consultora de etiqueta à mesa, Lígia Marques.
Para ela, a fama de "chique" que esse crustáceo angariou com o tempo não tem nada a ver com a forma com que ele deve ser saboreado. "Para comer não tem nada de chique. Tem que ajudar com as mãos e a pessoa não pode se preocupar com esse mito criado em cima dela", diz.
Além de não saber como comer a lagosta, muita gente se engasga com um potinho de lavanda que geralmente chega depois da refeição. Usado para lavar os dedos - que, a essa altura, estão sujos ou engordurados - o pote traz água morna com limão, hortelã ou pétalas de rosas. "Já vi gente bebendo essa água. Quem nunca ouviu falar disso e vê aquela xícara chegando, acha que é para beber", avisa Lígia.

Sirva-se

A consultora de etiqueta Lígia Marques ensina o roteiro da lagosta

1º Passo: Reconheça a mesa
A mesa que está preparada para receber uma lagosta possui um alicate de cozinha pequeno próximo ao prato, que será útil para quebrar as articulações do crustáceo. Também está lá um avental ou guardanapo - além do que provavelmente está acima do prato - que deve ser colocado no pescoço. Por perto, também deve existir uma molheira pequena cheia de água de lavanda, com uma folha de hortelã ou de limão, que deverá ser usada apenas no final da refeição para limpar a ponta dos dedos.
Atenção: para que o comensal não confunda essa água com um molho de acompanhamento, alguns locais optam por trazê-la depois que a lagosta for degustada.

2º Passo: Retire a lagosta com cuidado
Se a iguaria vier em um prato no centro da mesa para ser degustada por mais de uma pessoa, é preciso tirar uma parte dela e levá-la ao prato. Para cortar, use o alicate, que deve ser acionado nas articulações da lagosta. Use-o sempre para quebrar a casca, mas prefira o garfo para tirar a carne e saboreá-la. A regra é: corte com o alicate, coma com o garfo.
Atenção: não use o alicate para levar a carne da lagosta à boca. Além de não adequado, também pode machucar.

3º Passo: Acompanhamentos
A lagosta é usada para diversos pratos e, por isso, pode vir com inúmeros acompanhamentos. A forma mais tradicional chega à mesa com um molho especial, que deve ser delicadamente colocado sobre a carne do crustáceo quando ela já estiver sem casca e em seu prato. Não exagere no molho para não modificar o sabor da carne. Saladas, purês e batatas também costumam acompanhar a iguaria.Atenção: peça sempre vinho branco para acompanhar.

4º Passo: Lavar os dedosDepois que o prato é retirado da mesa - ou até mesmo um pouco antes - deve chegar à mesa um pote com um molho de lavanda, caso ele ainda não esteja lá. A pessoa deve mergulhar as pontas dos dedos, com as duas mãos juntas, no potinho e enxugar no guardanapo.Atenção: para evitar gafes, pergunte sempre se aquele é o potinho de lavanda mesmo.

Guia da Semana - Avós ajudam ou atrapalham?


Conselho tem limite!

matéria publicada no http://www.guiadasemana.com.br/
Andréia Meneguete


Pais sempre se deparam com muitos palpites no momento em que estão educando o filho. Seja opinião da avó, da melhor amiga, da vizinha ou até mesmo da babá! De acordo com especialistas da área infantil, a educação correta é aquela que tem limites e respeito a regras. Parâmetro pelo qual os pais devem se guiar no papel de educador e instrutor. Então, até onde intromissão de terceiros pode ser saudável e natural a ponto de não prejudicar a relação de respeito entre pais e filhos? A escolha de seguir aquilo que foi dito vai depender exclusivamente dos responsáveis pela criança.

Na casa da vovó

O querido colo dos vovôs serve para aconchegar o mais novo integrante da família. Eles estão ali para apoiar os filhos na educação dos netos. Devem dar suporte na linha educativa, hábitos e valores que os pais escolheram para o pequenino. Já os avós que desejam assumir o papel dos pais diante da educação do pequeno podem provocar certa dificuldade de relacionamento familiar e até brigas.
Os avós devem atuar de forma mais tranqüila com os pequenos, exercerem o papel de protetores e serem tidos como referência de história, passado. "Falar que avós estragam os netos é uma idéia que serve somente para aqueles que não sabem ser avós de verdade. Aqueles que entendem qual é o seu lugar na educação da criança, jamais estragarão a criança em desenvolvimento", ressalta.

Com os amigos

Quando a criança insiste em ter comportamentos inadequados na frente dos amigos é um verdadeiro problema para os pais. Muitos não sabem como agir aos olhares de reprovação e nem como responder aos famosos palpites educativos. Nestas ocasiões, a dica continua sendo a conversa com o filho, assim os pais evitam um aborrecimento ainda maior da criança e qualquer tipo de deselegância diante dos colegas presentes. "Os pais não podem perder o controle da situação, eles devem sempre orientar o filho sobre o melhor comportamento. Agressões físicas e verbais não são indicadas para chamar a atenção em nenhum momento", explica a consultora de etiqueta infantil Ligia Marquês.
Os amigos que insistem em reprovar a educação dada pelos pais na frente da criança devem ser avisados sobre o ato indesejado, mesmo que aconteça com a melhor das intenções. É necessário que as pessoas próximas da família saibam respeitar o papel dos educadores e não interfiram nas decisões tomadas.
O papel da babá Muitos pais têm que confiar, de forma parcial, os cuidados com o filho ao olhar de uma outra pessoa: a babá. São com elas que muitas crianças passam maior parte do dia, já que atualmente a maioria das mães também trabalha fora. Para passar a educação que se deseja à criança, sem qualquer tipo de interferência da profissional, é aconselhável que os pais na hora da contratação passe as regras e os limites esperados. "Os pais devem deixar claro a cultura familiar da casa, assim a babá terá instruções para seguir. Ela deve ser uma pessoa que ajude aos pais a transmitir a educação e não desvirtuar o que é dito" .
No momento em que estão junto com o filho, o pai e a mãe devem estar presentes também na educação, mostrando-se sempre atuantes nas correções e sem hesitar nas repreensões.. "Mesmo trabalhando fora e passando poucas horas com eles, devem estar sempre atentos e procurando passar o maior número de informações relativas às boas maneiras, à educação e a conduta".

Diário do Comércio- Etiqueta Corporativa


Etiqueta: fuja de gafes no trabalho e em viagens Neide Martingo



Paulo Pampolin/Hype
Patrícia Domingues, da Univida Seguros, e funcionários da empresa: todos fizeram cursos de etiqueta.

Marketing pessoal, Etiqueta Corporativa, Etiqueta profissional. Expressões que podem parecer estranhas para muita gente. Mas podem ser ferramentas prioritárias para conseguir – e manter um bom emprego. Preocupados com a imagem que os funcionários podem passar para os clientes, muitos comerciantes e empresários investem em cursos e palestras que ensinam desde como se vestir com bom gosto até se comportar à mesa.
A consultora em etiqueta e marketing pessoal Ligia Marques afirma que já deu aulas individuais para adultos, para equipes, para tripulantes de navios que queriam atender melhor os passageiros a bordo, para diplomatas brasileiros que estavam com passagem marcada para assumir embaixadas no exterior, garçons, diretores de bancos e até para prostitutas que se casaram com executivos. "Comecei, há 13 anos, a atender grupos de crianças que não sabiam como se comportar na hora da refeição. Os pais delas também quiseram ter aulas e trabalhar com empresas foi um pulo", diz Ligia.
Ela atende 15 empresas por mês, e monta uma classe de adultos a cada 30 dias. Os encontros duram de uma hora e meia a oito horas, quando é feita também uma palestra. "Os funcionários das empresas adoram a aula prática durante o almoço."

Ligia cita uma das gafes mais comuns: quando o representante de uma empresa oferece um cartão de visita para uma pessoa de outra companhia, de nível hierárquico superior. "Pega mal. Fica parecendo que esse funcionário está se oferecendo. Ele tem que esperar o outro entregar o cartão, para que a troca de informações seja feita."
Outra dica importante é em relação às roupas usadas em ambiente de trabalho. "Muitos funcionários pensam que peças informais são top, minissaia, sandálias de dedo e bermudas. O melhor é manter a sobriedade", diz a consultora.
A etiqueta internacional manda que os funcionários brasileiros sigam alguns costumes dos estrangeiros: "os norte-americanos gostam de objetividade; os ingleses, de pontualidade. E é bom fazer um pouco de pesquisa."
Ligia conta um caso do representante de um escritório brasileiro, que acompanhou um cliente de um país árabe num jantar de despedida do Brasil. Infelizmente, levou a mulher dele, que foi ignorada a noite toda. No final do compromisso, o árabe achou que a moça era um 'presente' para ele. Deu a maior confusão", lembra Ligia. Ela diz que é preciso manter o bom senso, tanto num piquenique como num jantar de gala. "As pessoas têm que ser agradáveis, escolher bem os assuntos que abordarão, o tom de voz, as roupas. Nada pode ser forçado, para que o clima seja informal."
Curto-circuito
O escritório de advocacia Teixeira Fortes contratou os serviços de Ligia há seis meses. "A palestra acendeu o interesse dos funcionários em se vestir melhor, por exemplo", diz o sócio do escritório, Cylmar Fortes. Um dos problemas no ambiente de trabalho era o hábito de um funcionário de usar meias brancas com terno e gravata. "Algumas pessoas faziam combinações infelizes de cores de peças de roupas. Parece um curto-circuito", brinca Fortes. "Já que é um escritório de advocacia, é preciso ser conservador na escolha do que vestir", afirma.
Os 52 funcionários da Univida Seguros também assistiram à palestra. "O investimento na formação da equipe faz parte da política da empresa. "São oferecidos cursos de revisão gramatical, neurolinguística, etiqueta e inglês", afirma a assistente comercial da Univida, Patrícia Domingues. "O investimento em cada um dos cursos varia entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. Todos participam, desde as copeiras até o presidente da empresa", diz.
Para ela, as sugestões ajudaram principalmente na relação entre os colegas. "O clima na empresa sempre foi excelente. Mas as pessoas, às vezes, esquecem da importância do contato entre os seres humanos. Um e-mail pode ser substituído por uma conversa."

Catho RH- Etiqueta Corporativa


ETIQUETA CORPORATIVA: NOVAS REGRAS PARA VELHOS HÁBITOS

Se você ainda acredita que regras de etiqueta são aqueles cuidados que você dever ter à mesa, é hora de mudar seu ponto de vista. As noções de etiqueta ultrapassaram a fronteira dos restaurantes e jantares e se aplicam em muitos setores da sua vida, mesmo que você ainda não tenha percebido.
Beber além da conta, vibrar com o toque do seu time de coração no celular, usar uma roupa exagerada em plena segunda-feira às 15h. Tudo isso pode comprometer sua imagem no ambiente de trabalho, se você não estiver atento.
Mesmo assim, mantenha a calma. Algumas situações a que somos expostos todos os dias podem parecer traiçoeiras, mas a mais fiel aliada da etiqueta corporativa ainda é o bom senso. ETIQUETA CORPORATIVA, QUE BICHO É ESSE?
Assim como outras regras de etiqueta, no ambiente corporativo essas normas têm o objetivo de formar e/ou capacitar um funcionário para atender clientes, principalmente, da melhor forma possível. É o que conta a consultora em etiqueta e assessora de noivas, Gianine Luiza.
Essas regras ainda incluem a apresentação física, contato com colegas e chefes, contatos ao telefone - sempre com base nas regras da boa educação e da melhor convivência. Além disso, o marketing pessoal pode ser importante para sua carreira.
"É a melhor forma que temos para conseguir aquilo que queremos profissionalmente, usando nossa apresentação, nossa forma de comunicação, nossas atitudes, a forma como falamos e tratamos as pessoas, nosso poder de persuasão, etc.", conta Gianine.
Lígia Marques, consultora em etiqueta e marketing pessoal, ressalta que o conhecimento das regras de etiqueta fazem com que o ambiente de trabalho se torne mais leve e produtivo. Ela afirma que "são instruções bastante simples, mas que as pessoas precisam ter ouvido de alguém para ter certeza e se sentirem seguras em suas atitudes futuras."

ETIQUETA COM ESPAÇO GARANTIDO

Longe da teoria, a aplicação não parece ser muito respeitada. "As pessoas não ligam para regras de etiqueta e ainda as consideram uma grande frescura!", resume Gianine. Mesmo assim, a sociedade dá sinais de mudança – para melhor.
"Hoje estamos num processo de franca valorização deste tipo de conhecimento, embora tenha havido um grande hiato depois dos anos 60 até recentemente", pondera Ligia.
O trabalho também consiste em mostrar às pessoas que etiqueta e educação não são sinônimos de frescura ou de ser esnobe. Até mesmo questões de cidadania são incluídas nesse universo hoje em dia.
"Podemos dizer que a etiqueta nos torna mais amigos, simpáticos, sinceros, próximos e prontos para encarar situações de maneira fácil e descomplicada, pois ela existe para auxiliar no dia-a-dia", explica Gianine. Ligia completa: "Coloco etiqueta como a melhor forma de uma pessoa se relacionar com as outras. A palavra relacionamento é fundamental. Uma pessoa bem educada vai se relacionar melhor com as outras do que quem não tem a mesma educação."

ERROS MAIS COMUNS

Em virtude da variedade de assuntos tratados em cursos de etiqueta, fica difícil saber quais são os mais comuns, mas as dúvidas à mesa são muito freqüentes. "Os talheres são sempre um grande problema - onde colocá-los, como manuseá-los, quando usá-los", conta Gianine.
No ambiente profissional, as gafes podem se apresentar no uso inadequado de um cartão de visita, não saber como fazer uma apresentação corretamente e não construir sua "marca" corretamente. Isso é só o começo. Ainda é preciso ter cuidado com roupas muito decotadas ou muito curtas para as mulheres, fazer fofocas dos colegas; usar expressões íntimas ao falar com clientes - "querida", "meu anjo", "amigo","meu bem" - e ter intimidade com o chefe para obter benefícios futuros. Os deslizes também passam pelos trajes.
De forma sutil, a roupa que você usa pode denunciar seu comportamento ou passar uma imagem que não se encaixa no âmbito profissional. Por isso, é aconselhado fugir de transparências, roupas justas e estilos duvidosos.

FUJA DAS GAFES!

Agir com discernimento ainda é a melhor saída para evitar erros e fugir de situações embaraçosas. Em um cenário desfavorável, o mais indicado é manter a calma, usar o bom senso e agir da maneira que julga correta. Assim que possível, procure informar-se com alguém que conheça o assunto ou as regras de etiqueta.
Ligia afirma que a honestidade é um fator importante nos nossos relacionamentos. "Quando a pessoa desconhecer certo costume ou regra, é melhor que pergunte, mostrando transparência e honestidade do que fingir que sabe e ainda correr o risco de se dar mal."
O ideal é que os profissionais procurem se aperfeiçoar nessa área, pois cada vez mais as chances de conseguir um bom emprego e desenvolver-se profissionalmente passam pelas atitudes pessoais. "Longe de etiqueta ser algo supérfluo. As grandes empresas já perceberam que faz o diferencial", completa.