Boas Vindas

Aqui, sinta-se em sua casa!



Deixe seu recado, faça seus comentários, poste o que quiser sobre o assunto Etiqueta.







Será muito bem recebido.








Ligia




Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Viagens de negócios: Para que não seja a sua última vez

Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo 

                   
Em algumas áreas mais, em outras menos, volta e meia uma viagem a trabalho surge na agenda. Independentemente do objetivo –fechar negócios, atualizar os conhecimentos em um congresso ou visitar uma unidade da empresa– e do destino –um hotel fazenda no interior ou um resort de luxo na África do Sul– há regras de etiqueta implícitas que regem essas ocasiões. A primeira delas é não transformar o compromisso em turismo, mas nem todo mundo se dispõe a segui-la à risca, o que pode comprometer a mais promissora das carreiras. Veja quais são as principais gafes cometidas nas viagens a trabalho e saiba por que é bom evitá-las:

Abusar do frigobar

Muita gente pensa: já que a empresa está pagando, por que não? A companhia pode até pagar a conta, mas o excesso certamente prejudicará a imagem do funcionário –e a chance de realizar viagens futuras. Segundo a consultora de etiqueta e marketing pessoal Ligia Marques, o ideal é consumir somente o necessário. "Deixe comidinhas e bebidas alcoólicas para quando for pagar por elas", diz. Para Branca Barão, especialista em comportamento humano e programação neurolinguística, atitudes como essa só servem para revelar a diferença entre a forma como a pessoa se relaciona com o próprio dinheiro e como lida com o dinheiro do outro. O comportamento mesquinho em relação ao que é nosso e a ação de esbanjar o dos outros mostram duas características reprováveis, segundo Branca: "Falta de compreensão do que o dinheiro significa e falta de respeito e ética com o outro, o que é ainda mais preocupante".

Exagerar no uso do telefone do hotel

Se o teor das conversas no telefone for profissional, não há problema algum. Para uso pessoal, só se for algo rápido ou emergencial, já que quase todo mundo tem celular, hoje em dia. Para Lícia Egger Moellwald, da Intra Consultoria Empresarial, de São Paulo, quem comete esse tipo de gafe pode ter segundas intenções. "Ás vezes, as pessoas querem descontar o fato de trabalharem demais e passarem muito tempo longe de casa através de atitudes que oneram os empregadores. Daí abusar do telefone sem pesar se isso pode ou não custar muito caro passa a funcionar como moeda de troca e vingança", declara a especialista.

Bancar o turista

"Turismo? Só depois que o trabalho acabar", afirma Ligia. Mesmo que o destino seja imperdível –Paris ou Dubai, por exemplo–, tentar encaixar passeios e programas de interesse pessoal na programação profissional pode culminar em atrasos indesejáveis e comprometer os negócios. "Sem contar que esse comportamento é uma demonstração de desrespeito ao trabalho", declara Lícia. Deixe para conhecer a cidade somente após as tarefas do dia ou nas horas livres.

Comportar-se como se estivesse de férias
Usar roupas despojadas em um simpósio, querer falar de assuntos leves e contar piadas no almoço de negócios, cair na balada todas as noites após a programação do congresso. Colocar em primeiro plano o lazer e a diversão acaba com qualquer expectativa de uma carreira de sucesso. Mesmo que os eventos aconteçam em um resort na Bahia, não vá às palestras ou reuniões de bermuda. A mudança de cenário não tira o caráter de seriedade e profissionalismo da viagem. Mesmo que um ou mais colegas de equipe não tenham assimilado isso e apostem nos modos informais o tempo todo, nada de imitá-los. "Pessoas que agem de determinada maneira no ambiente tradicional de trabalho e se transformam quando a empresa proporciona eventos em outros ambientes mostram que não são confiáveis, não têm bom senso e que provavelmente fazem o mesmo quando o chefe se ausenta", diz Branca.

Extrapolar ao fazer contatos

Conhecer gente nova sempre é bom e, em circunstâncias profissionais, pode definir o futuro da sua carreira. O problema é quando a pessoa se aproveita da viagem para tentar um novo emprego e exagera na troca de cartões e distribui currículos como se fossem panfletos. Além disso, também não é hora de paquerar. É óbvio que nem sempre há controle sobre isso –se surge alguém interessante no caminho, por que não aproveitar a oportunidade? A questão é que a ocasião tem outros objetivos, e essas circunstâncias funcionam como uma espécie de teste. Tudo é observado e pode definir o que os superiores pensam de um funcionário. "Observe a reação alheia. As pessoas costumam apontar nossos comportamentos inadequados, seja com o olhar ou com a expressão facial, mesmo que não falem nada", explica Branca. Uma troca de cartões ou e-mails é mais do que suficiente para levar um contato, amizade ou paquera adiante, em um momento mais propício.

Ignorar a cultura e as normas de etiqueta locais

Um dos principais equívocos, principalmente em viagens internacionais, é ignorar culturas e normais locais. "Conhecer de antemão como as coisas funcionam no lugar e se informar sobre algumas particularidades ajuda muito”, diz Ligia. No Brasil, é comum que as pessoas acreditem que somos queridos pelo jeito afável e flexível com que conduzimos os relacionamentos interpessoais. Por isso mesmo, a maioria de nós tende a acreditar que os hábitos culturais diferentes dos nossos não devem ser motivo de preocupação. “Ledo engano. Dependendo da cultura do país e das pessoas com as quais estamos lidando, é prudente saber as regras de etiqueta para evitar deslizes que podem até comprometer um bom negócio”, declara Lícia.

Ficar deslumbrado

Por maior que seja a surpresa ao chegar ao destino de sua viagem, é bom agir com naturalidade. Isso evita gafes e situações constrangedoras. Segundo Branca, há diferença entre aproveitar e "enfiar o pé na jaca". Para pessoas bem resolvidas, estar em um bom hotel, com frigobar e telefone à disposição, é algo normal. “Então, não aja como se fosse a última vez na vida que pode desfrutar dessas coisas. Isso faz com que seja mesmo, afinal, nossa forma de pensar é o que constrói nosso comportamento e nosso comportamento define nosso futuro".

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Revista EXAME - Junho 2012 São Paulo – Para muita gente, aquela ideia de que a primeira impressão é a que fica não passa de um clichê. É verdade que o tempo de contato com alguém ajuda a formar uma imagem da pessoas, mas, para as pequenas empresas, um primeiro momento ruim pode prejudicar a imagem da marca. O primeiro contato com um cliente é o momento em que ele analisa a imagem do empreendedor para compor também a percepção que ele terá da empresa. Por isso, as reuniões e almoços de negócios devem ser levados muito a sério. Com a ajuda de Marcele Goes, consultora de imagem pessoal da Estilo Sob Medida, e Ligia Marques, consultora de etiqueta, selecionamos oito regras de etiqueta para causar uma ótima impressão na hora de liderar uma reunião de negócios. 1. Seja pontual Pontualidade é fundamental para uma boa imagem. Por isso, em caso de atrasos, é preciso telefonar e avisar que não será possível chegar no horário. “O outro pode decidir se vai aguardar ou agendar outra oportunidade, isso vai do interesse de cada um e do tempo disponível para esperar”, diz Ligia. Quando é o cliente que está atrasado, Marcele diz que o ideal é esperar as pessoas que têm poder de decisão. “Mas quem está atrasado deve telefonar”, explica. 2. Apresente-se Toda reunião ou encontro de negócios deve começar com uma apresentação formal de quem está presente. “O anfitrião apresenta cada convidado aos outros. Sempre pronuncie sobrenome e diga quem é a pessoa”, explica Ligia. Um aperto de mãos e a troca de cartões fecham esta primeira etapa. “Ele deve se apresentar e direcionar onde a pessoa vai sentar. Se vai ter uma apresentação, mostre onde o convidado vai ver melhor. Pode parecer muito simples, mas é algo que demonstra profissionalismo”, defende Marcele. 3. Preocupe-se com o cartão O troca-troca de cartões de visitas está tão presente no cotidiano do empreendedor que muitas vezes ele não dá importância para este ato. “É uma gafe derrubar, guardar ou demonstrar que não se importou com o cartão”, diz Marcele. A regra é que quem está sendo anfitrião deve iniciar a entrega de cartões, mesmo que a outra pessoa não tenha. “Em caso de reuniões, a troca dos cartões já deve ser feita logo no início, de modo que a identificação dos participantes fique fácil e imediata”, explica Ligia.

domingo, 3 de junho de 2012

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Crianças em restaurantes

É difícil prever o comportamento dos filhos, principalmente quando ainda são pequenos. Por isso, é comum que os pais sejam pegos desprevenidos em algumas situações, por exemplo.
Um jantar com a família no restaurante pode virar uma verdadeira dor de cabeça caso os adultos não saibam lidar com imprevistos ou não tenham o respeito dos filhos.

Para a consultora de etiqueta Ligia Marques, o bom comportamento das crianças em qualquer lugar é reflexo do que os responsáveis ensinam em casa. "Este é um processo de educação contínua onde os pais devem, todos os dias, ensinar seus filhos a se comportarem a mesa. Fica muito mais difícil e fadado ao insucesso querer estabelecer regras de última hora".

Claro que esse processo exige uma postura dos adultos. Eles devem ter regras bem sólidas dentro dos lares, e nunca abrir exceções do tipo "aqui em casa pode", já que os filhos não terão maturidade para considerar limites assim. É muito importante não contrariar as normas: se todos devem comer na mesa e juntos, ninguém pode ir jantar na sala em frente à televisão, por exemplo.

A dona de casa Denize Freitas é da mesma opinião da especialista. Ela constantemente leva seus filhos André, 11 anos, e Felipe, 5, além da neta Mariana, 3, a restaurantes, pizzarias e churrascarias. Como procura educar as crianças, conta que não tem muitos problemas. "Eles normalmente se comportam bem porque são educados, mas é claro que depois de algum tempo não conseguem mais ficar sentados".

Daí, a coisa complica. Apesar de educar bem seus pequenos em casa, Denize lembra que "a maioria dos restaurantes não tem um espaço ou atendimento específico para as crianças e eles acabam por correrem ou transitarem, atrapalhando outros clientes e até mesmo os garçons".

Nesse caso, é melhor tentar distrair o pequeno ou escolher outro ambiente para o jantar. Isso pode poupar os pais de possíveis acidentes ou situações embaraçosas. "O local mais apropriado vai depender bastante da idade das crianças, mas quanto menores mais informal deverá ser o lugar e os pratos devem ser aqueles bem simples, que nutrem bem e não oferecem muita diferença do que estão acostumadas no dia a dia", sugere Ligia. "Pode-se introduzir algum item diferente para que elas se acostumem a novos sabores, mas um prato totalmente novo para elas pode significar volta à cozinha sem ter sido mexido", completa.

Mas, o que fazer quando o pequeno é bem educado e o ambiente foi escolhido de acordo com a idade dele, porém mesmo assim ele não se comporta? O segredo é não se desesperar. É preciso fazer uma análise para descobrir a razão para a desobediência. Pode ser porque os pais não sabem se impor, dão um exemplo que não vale (do tipo faça o que eu digo, não faça o que eu faço), ou até culpa do tipo de linguagem usado para ensinar o filho ou da criança que quer chamar a atenção.

"Temos que fazer uma análise bem honesta, perceber os erros e dificuldades e saneá-los o quanto antes, sem culpa por querermos o melhor para nossos filhos", orienta a consultora de etiqueta.

A solução prática e eficaz pode mesmo ser a correção imediata, no entanto os pais devem considerar o fato de os filhos serem crianças e estarem numa situação atípica. "Quando um filho comporta-se mal, deve ser sempre repreendido, independente de ambiente em que ele esteja", acredita Denize. "Mas, no caso de um restaurante, deve-se levar em conta o tempo deles. Se não há um espaço específico para eles poderem distrair-se, deve-se apenas fazer a refeição, sem prolongar as conversas, saindo logo para evitar constrangimentos", finaliza.

Por Priscilla Nery (MBPress)

sábado, 2 de julho de 2011

Esclarecimentos Importantes sobre Ameaças nas Midias Sociais

Caros amigos e leitores,

É com pesar e,no entanto,com muita responsabilidade que posto o que segue:

Há tempos uma pessoa conhecida por Luciana Braga Osório (@luabragaosorio) vem causando problemas em várias mídias sociais (Linkedin,Twitter principalmente)a uma série de pessoas. Já foi excluída de vários grupos sérios que vem realizando um trabalho digno de respeito.

Nesta semana esta pessoa começou também a me ameaçar sem motivo algum.Apenas porque eu colaboro escrevendo uma coluna sobre Etiqueta Corporativa no portal TI Especialistas, que ela persegue implacavelmente insistindo que seu proprietário é um fake, que são todos uma máfia de hackers!

As acusações que fez para minha pessoa são exatamente as mesmas:sou um fake,uma hacker que posta sobre etiqueta para constranger as pessoas! A garota é completamente maluca.

Tentei lidar com ela,num primeiro momento ignorando qualquer mensagem,mas após pensar bastante a respeito resolvi compartilhar este assunto nas minhas midias sociais. Retuitei alguns dos twites que ela me enviou (são inúmeros e não quero também aborrecer meus seguidores com isso) para que todos possam tomar consciencia do tipo de psicopata que está agindo na rede. Até de morte fui ameaçada.

Depois resolvi virar a situação para meu lado e informei-a que,ao invés de me prejudicar, ela está na verdade me ajudando postando um material muito farto para um novo livro a respeito de comportamento nas redes sociais. Quem sabe o SEM NOÇÃO 2.0.
A idéia realmente ganhou corpo e tornou-se um projeto de fato.

Com esta atitude pretendo mostrar-lhe ,em primeiro lugar que não me assusta com suas ameaças, que tenho uma imagem construída através de muito trabalho sério e honesto há quase 2 décadas e que minha reputação não está a mercê de gente como ela.

Pretendo também alertar as pessoas para este perfil em particular,para que, em nome da ética nestas plataformas virtuais a denunciem juntamente conosco.

Muitas pessoas já fizeram isso,mas quanto mais gente denunciá-la,mais chance teremos de conseguir que seu perfil seja excluido e que pare de aborrecer pessoas que agem dentro do que é correto nas redes.

Achei que devia esta explicação mais detalhada a vocês,meus preciosos seguidores e amigos.

Obrigada,

Ligia Marques
(poderão ver alguns dos posts no meu twitter (@ligiamarqs)

domingo, 5 de junho de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Lições de um povo

JAPÃO


Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.

Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência.

Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?

Outra palavra é gaman: aguentar, suportar. Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las.

Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras. A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima. A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas. Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.

Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área. As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.

Não furaram as filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos – mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água.

Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.

Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.

Sumimasen é outra palavra chave. Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver. Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. Sumimasem.

Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.

Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.

Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que “somos um só povo e um só país”.

Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.

Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.

Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.

Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.

Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.

Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.

Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso dizer : todas. Todas eram e são pessoas de meu conhecimento. Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência. Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.

Mãos em prece (gassho)
Monja Coen

domingo, 2 de agosto de 2009

Folha de SP - Capacidade técnica X Atitudes comportamentais


Folha de São Paulo- Caderno Empregos - 02/08/2009

EMOÇÕES SOB CONTROLE
Empresas medem nível de inteligência emocional de chefes
Lado técnico pode ficar ofuscado pelo comportamental




Adriana Macedo, que gritou com colega e agora diz se controlar

Os profissionais são contratados pela competência técnica, mas demitidos pelas competências comportamental e emocional. A máxima, com variações, é constante em consultorias e departamentos de RH.


É o que sempre salientamos em nossos cursos de Etiqueta Empresarial:
As pesquisas mostram que 85% das chances de um profissional evoluir na cerreira se devem às suas atitudes pessoais e só 15% à capacidade técnica.
Uma estatística deste porte tem sido percebida por muitas empresas e daí os investimentos neste tipo de treinamento para seua funcionários: aprefeiçoamento da qualidade de relacionamento interno e externo.
É esse o segredo de quem faz sucesso, de quem é líder hoje em dia.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Malhação - Comportamento jovem

Não fossem as aulas de etiqueta de Priscila, Marcinha nunca iria domar aquela caipirice desajeitada para a entrevista da bolsa de estudos. Até o famoso pintor inglês ficou fascinado com tamanha educação da estudante de artes!
Além de entrevistas como essas, os jovens se deparam ainda com várias outras situações não tão formais, mas onde o bom comportamento também é a primeira impressão - que é a que fica, não é mesmo? Momentos como conhecer os pais do namorado ou dormir na casa de uma amiga, por exemplo, exigem muita educação e uma boa dose de bom senso! A consultora de etiqueta Ligia Marques dá as dicas de como se comportar e do que não fazer nessas horas!

É dia de conhecer os pais do namorado (a)!
1. Em primeiro lugar, cumprimentar os "sogros" não faz mal a ninguém. “Vejo muitos adolescentes que entram na casa dos amigos e nem cumprimentam os pais. É preciso que eles entendam que uma primeira impressão boa é fundamental e que, quando isso não acontece, o filme queima mesmo”, explica Ligia.
2. Fica difícil um pai ou uma mãe aprovarem um namoro com um garoto (a) que nem sabe falar um “bom-dia” decentemente.
3. Um "com licença" antes de entrar na casa também vai muito bem!
4. Ligia lembra que uma aparência mais “arrumadinha” pode fazer milagres para uma primeira impressão. “Não precisa exagerar, mas um banho tomado, um cheirinho de limpo é fundamental”, ela sugere.

Vai dormir na casa da amiga (o)?
1. Antes de tudo, sempre verifique se os pais estão de acordo com o convite do amigo. “Vale perguntar: ‘A Fulana me convidou para dormir em sua casa. Tudo bem para a senhora? Não vou incomodar?’. Obviamente a mãe vai permitir, mas só esta atenção já pega bem”, orienta Ligia. 2. O convidado deve se portar muito bem procurando seguir a rotina da casa: comer na hora em que a família for comer, não levantar de madrugada para um lanchinho atacando a geladeira, não invadir os cômodos que não sejam de uso comum do amigo ou para o qual você não foi convidado a entrar, ajudar a mãe a tirar a mesa ou outra coisa se for necessário, não levar horas tomando banho ou ocupando um banheiro que mais gente tem que usar... “Enfim, incomodar o menos possível sendo um hóspede quase invisível”, aconselha a consultora de etiqueta.
3. Cuidado pra não se mudar de mala e cuia pra lá! Aceitar este tipo de convite a toda hora não é uma boa. “Pode incomodar a privacidade dos donos da casa”, justifica a profissional.

Elegância não sai de moda

Muitos homens ficam sem jeito de abrir a porta do carro para uma mulher, enviar flores.
Muita gente não sabe se deve levantar quando chega outra pessoa ao ambiente.
Alguns ainda tem dúvida se devem cumprimentar o ascensorista do edíficio ou o porteiro do prédio ou ainda o garçon no restaurante...
Gente! Educação e gentilezas NUNCA sairão de moda.
Todos gostam de ser tratados com carinho e atenção.
Se você entrar para o time dos bem educados, garanto que não irá se arrepender!
Use e abuse em dizer coisinhas como : "Obrigado", "Por favor", "Com licença", Desculpe".
Não vai ser coincidência se, depois que passar a fazer da gentileza uma marca registrada, sentir que o universo conspira a seu favor...
Experimente e depois volte para me contar!

Chatos em geral


Olá!
Hoje vamos falar um pouco sobre aquelas pessoas que, em nome da descontração, acabam por se tornarem chatas.
É preciso que saibamos distinguir um comportamento extrovertido de um comportamento inadequado.Não é considerado de bom tom, nunca, comportamentos como:
*Falar alto demais;
*Tocar nas pessoas enquanto conversa com elas;
*Dar tapas, beliscões, puxões, para chamar a atenção da outra pessoa;
*Falar palavrões;
*Contar piadas em ambientes mais formais;
*Perguntar: "Quanto custou?", "Onde você comprou?", "Quanto você está ganhando?", por mais que a pessoa seja sua amiga;
*Falar pelas costas (fofocar);
* Ser a "sabe tudo" ("eu já conheço, eu também tenho, o meu é melhor, eu já fui," etc.).
Pessoas que se comportam dessa maneira serão sempre lembradas para serem esquecidas numa próxima ocasião de festa ou qualquer outro evento.
Não caia nestas armadilhas!

Até a próxima.