
Michelle beija Sarkozy, Medvedev e Brown,
mas não Berlusconi
25 de setembro de 2009 • Porta Terra
Na hora de cumprimentar Berlusconi, Michelle Obama
preferiu apenas um aperto de mão.
Que a má fama de Silvio Berlusconi é mundial, todo mundo já sabe. Volta e meia o primeiro-ministro italiano estampa jornais e sites de notícias do mundo inteiro com suas histórias de festas animadas, envolvimento com garotas de programa e gafes. Mas agora nem mesmo mulheres poderosas, como a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, estão arriscando a se aproximar muito do chefe de Estado italiano para evitar constrangimentos.
Na reunião dos chefes de Estado do G20, em Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia, Michelle fez questão de dar boas-vindas abraçando e beijando quase todos os estadistas. Foi assim com o premiê britânico, Gordon Brown, com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, com o presidente russo, Dmitri Medvedev e como premiê holandês, Jan Peter Balkenende. Mas diante de um sorridente Berlusconi o protocolo foi outro: apenas estendeu o braço para um aperto de mão.
E ela está corretíssima: a iniciativa do cumprimento, como ensinamos sempre em nossos cursos, cabe às mulheres. São elas que decidem se vão cumprimentar beijando ou dando a mão, em qualquer situação. Os homens agem muito erradamente quando se tomam a iniciativa de estender a mão ou já saem dando beijinhos quando cumprimentam uma mulher.